segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Industriais cearenses estão mais otimistas depois de queda da confiança

Pesquisa ICEI e Perspectivas dos Industriais Cearenses,
realizada pelo  INDI/FIEC,  em parceria com a
Confederação Nacional da Indústria – CNI.
Após um período de queda na confiança, o grau  de otimismo dos industriais cearenses apresenta recuperação em setembro, atingindo o mais alto nível dos últimos seis meses, apesar  de situar-se abaixo da média histórica do Estado.  Para os próximos seis meses, intensificam-se as  expectativas para crescimento da demanda e compra  de matéria-prima, além de perspectivas positivas  para exportações e número de empregados, que apresentavam tendência de queda na publicação  passada. Essas conclusões constam da Pesquisa ICEI e Perspectivas dos Industriais Cearenses, realizada pelo  Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará – INDI, da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC,  em parceria com a Confederação Nacional da Indústria – CNI.
O índice de confiança dos empresários industriais  cearenses, em setembro (55,1 pontos), foi o melhor  desde abril, situando-se superior à média brasileira  (46,5 pontos), resultado alcançado, sobretudo, pelo  maior otimismo dos empresários da construção (58,0  pontos). Embora a tendência positiva, é importante  destacar que o indicador ainda encontra-se abaixo da  média histórica da indústria cearense, iniciada em 2010,  de 62,4 pontos.

Expectativas dos empresários
Para o próximo semestre, acentuam-se as expectativas positivas em relação à demanda por produtos das indústrias  cearenses, seja no mercado interno, como também em relação às exportações. De fato, o indicador de 61,3 pontos,  apresentado em setembro, é o maior desde outubro de 2013, e encontra-se 8 pontos acima da média nacional.
Nessa direção, o indicador de compra de matérias-primas no Ceará (58,1 pontos) também mostra expectativas  positivas, e é superior ao indicador brasileiro (51,0 pontos), apresentando o melhor resultado desde novembro de 2013.
Já as perspectivas para contratação de mão de obra no Ceará voltaram a ser positivas (53,5 pontos), apresentando  o melhor resultado desde março. Por outro lado, no País, a indústria apresenta tendência de queda (47,8 pontos)  para esta variável.
Por fim, depois de três meses abaixo dos 50 pontos, o indicador de expectativas para exportações apresentou  recuperação no Ceará, apresentando o maior valor desde março. Já para o País, as perspectivas continuam negativas.
Os resultados diferem conforme os portes das empresas, com maior nível de otimismo em relação à demanda  para as grandes indústrias (64,1 pontos), enquanto as pequenas indústrias estão mais otimistas em relação ao  número de empregados e exportações. Por outro lado, para as médias indústrias, persistem previsões de queda  para estas duas variáveis.

Saiba mais sobre os Indicadores de Difusão

O ICEI varia de 0 a 100, valores acima de 50 pontos indicam empresários confiantes em  relação às condições atuais da sua empresa, da economia cearense e brasileira, bem como, às expectativas sobre sua empresa,  economia cearense e brasileira.

por Guilherme Muchale (Economista do INDI/FIEC)

sábado, 27 de setembro de 2014

TAM quer formar mão de obra local para hangar de Aracati

TAM pretende formar m~]ao de obra local para trabalhar no
se Hangar na cidade de Aracati no litoral leste cearense
A TAM Aviação Executiva (TAM AE) quer formar mão de obra local para trabalhar no novo Centro de Manutenção de aeronaves que está inaugurando em Aracati. Segundo o presidente da empresa, Fernando Pinho, há grande demanda de profissionais na área não só para o novo equipamento da empresa, mas também para suas unidades no Sudeste e Centro Oeste.
"A gente tem total interesse na formação de mão de obra, pois na região Sudeste há um congestionamento muito grande dessa formação. Os centros formadores já estão nos limites das suas capacidades e há uma demanda muito grande. Faz total sentido desenvolver mão de obra pra essa indústria aqui, em Aracati, para fornecimento de profissionais em nossos centros e, quiçá, exportar profissionais para outras regiões do Brasil", afirmou o executivo ontem, durante a cerimônia de assinatura do termo de cessão de uso do hangar que abriga o novo Centro de Manutenção de aeronaves.
Tipos de profissionais
Conforme Pinho, há necessidade de profissionais como mecânicos, eletricistas, chapeadores e pintores de aeronaves. Segundo ele, é um compromisso da TAM AE contribuir nessa formação, que já começa a ser feita em centros de formação do Sistema S (Sesi, Senai) na região do Aracati. "A participação da TAM AE é no desenvolvimento de currículos. E os alunos poderão fazer estágio na nossa instalação. A grande dificuldade das escolas é a escassez de um centro de estágio, de um laboratório, porque este não é um profissional que você forma 100% nas salas de aula. E aqui temos um laboratório de verdade", esclarece.
A empresa já realizou este ano, em Fortaleza, um treinamento específico com um grupo de 60 profissionais que detêm experiência na área ou que estão em formação no setor, do qual foram pré-selecionados 30, os quais já estão em contato com a área de Recursos Humanos da TAM AE para participarem do processo final de contratação. Na fase inicial do novo Centro, haverá 40 funcionários e, com o crescimento da demanda, pretende-se que esse número chegue a 175 em até cinco anos.
Atração de investimentos
O governador Cid Gomes, presente na solenidade de ontem, afirmou que a entrada do Centro de Manutenção da TAM AE marca uma nova era na atração de investimentos para a região onde o equipamento está instalada. "É um novo padrão de investimentos com a utilização de mão-de-obra qualificada com salários muito melhores no estado do Ceará", afirmou. "Aracati é simbolicamente um município que precisava disso.
Capacidade para atender um total de 30 aeronaves
O novo Centro de Manutenção de Aeronaves da TAM deverá entrar em operação ainda este ano. No momento, a empresa espera a homologação por parte da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e trabalha na instalação dos equipamentos na unidade, que já estão encomendados. Ele terá capacidade para atender até 30 aeronaves, entre jatos e turboélices da família Cessna.
O objetivo é atender principalmente a clientes do Norte e Nordeste, mas, destaca Pinho, a empresa trabalha para trazer aeronaves de outros países da América do Sul e Central. "Hoje, a frota venezuelana é toda atendida pelo mercado americano, e ela está entre nossos objetivos de prospecção. Nós já temos tido aproximação com players da indústria local da Venezuela", adianta, acrescentando que pretende trazer esta frota já no ano que vem.
Além do mercado venezuelano, a TAM AE vê possibilidades no Chile. "Eles já são atendidos em nossa unidade de Jundiaí, em São Paulo. Mas, em algumas ocasiões, a gente não consegue atender por conta da capacidade de produção. E poderíamos trazê-los para cá", cogita. Ele também reforça que há a possibilidade de trazer aeronaves que estejam em fila de espera para manutenção nos outros centros no Sudeste e Centro-Oeste.
Sérgio de Sousa (DN)
Repórter

Teto do Simples Nacional será de R$ 3,6mi no Ceará

João Marcos Maia (sec.Fazenda do Ceará) optou
pelo teto máximo para o estado.
O teto de faturamento das micro e pequenas empresas cearenses optantes pelo sistema do Simples Nacional será elevado em janeiro do próximo ano e passará dos atuais R$ 2,5 milhões anuais para R$ 3,6 milhões. A alteração foi publicada no Diário Oficial do Estado de ontem. O valor é o adotado por estados como Distrito Federal, São Paulo, Pernambuco e Bahia. Maranhão e Mato Grosso devem seguir na faixa anterior de R$ 2,5 milhões.
O valor de R$ 3,6 milhões é o teto máximo estabelecido pela Lei Complementar 147/2014, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no mês passado. “Os estados têm a liberdade para estabelecer sublimites.
O teto de R$ 3,6 milhões é para todo o País. É o máximo, mas cada estado individualmente define o limite porque depende do tamanho da economia, do PIB”, explicou o secretário da Fazenda do Estado, João Marcos Maia.
A lei nacional também regulamenta o uso da Substituição Tributária e irá proibir a cobrança em pequenos negócios de diversos segmentos, como vestuário, móveis, calçados, alimentos. Essa proibição começará a valer a partir de janeiro de 2016.
Se todos os setores fossem beneficiados, o impacto financeiro para o Estado seria de uma perda de arrecadação entre R$ 500 e R$ 600 milhões, de acordo com o titular da Secretaria da Fazenda do Ceará, João Marcos Maia.
O fim da substituição tributária para alguns setores vai tornar mais competitivas as empresas optantes pelo Simples. Isso porque as secretarias de Fazenda estaduais não poderão mais aplicar o mecanismo de recolher antecipado a alíquota cheia do ICMS pelas empresas, cujo repasse ocorre para os compradores do produto. As micro e pequenas adquirem e vendem produtos cujo imposto está embutido no preço.
A ampliação foi uma demanda dos empresários. De acordo com o secretário, o objetivo é reduzir a informalidade. “Na hora que eu amplio o limite, um volume maior de operações passará para a formalidade”, disse.
O novo teto irá beneficiar as mais de 205 mil empresas optantes pelo sistema de tributação no Ceará e a expectativa da Secretaria da Fazenda do Estado é alcançar 207 mil empresas no sistema. “Não é muito porque à medida que aumenta o faturamento, diminui o número de empresas na faixa”, destacou. Entre janeiro e agosto, as empresas do Simples Nacional renderam ao Ceará uma arrecadação de R$ 345 milhões.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Beto Studart é empossado como novo presidente da FIEC

Beto Studart(esq) assume a presidência da FIEC após 8 anos
de mandatos consecutivos do presidente Roberto Macedo(dir)
Em solenidade que durou aproximadamente duas horas, tomou posse ontem, 22/09, como novo presidente da FIEC, o empresário Beto Studart. Ao assumir a entidade, o empresário que já fazia parte da diretoria, ressaltou em seu discurso alguns pontos que deverão ser o foco de sua gestão. Com orçamento em torno de R$ 300 milhões por ano, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) desperdiça entre 10% e 15% dos seus recursos. A estimativa toma como base padrão da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) para a relação entre homem/hora. Reverter isso é a primeira missão que Beto Studart tomou para si como presidente da entidade, cargo para o qual foi empossado ontem.
Ele diz que racionalizar não significa cortar: “precisamos gerar coisas boas com custos adequados”. Nesse processo, a Federação receberá equipe da CNI e consultoria privada. Tudo deve ser concluído até o final do ano. Esclarece que não há problema de caixa: “Roberto (Macedo, o antecessor) está deixando as casas muito bem mantidas”.
O novo presidente quer mais empresas dentro dos sindicatos, que deveriam representar 80% do setor no Ceará. “É uma meta, não minha, mas que eu posso colocar para os companheiros”. Das 17.699 indústrias cearenses, 2.146 são associadas. Para ajudar os sindicatos no trabalho de atração, ele pretende ampliar os canais de diálogo e fortalecer o Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA).
Nos próximos cinco anos, Beto promete uma gestão “aberta, racionalizada e humanizada”. Para encarar o novo desafio, mandou celebrar missa na última sexta-feira na Capela Santa Filomena (Meireles) onde pediu bênçãos para sua diretoria e a de Roberto Macedo.
com O Povo

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

BNB financia mais de R$ 1 bilhão para shoppings

BNB) destinou mais de R$ 1 bilhão para implantação
e ampliação de 18 shopping centers no Nordeste
Nos últimos três anos, o Banco do Nordeste Brasileiro (BNB) destinou mais de R$ 1 bilhão para implantação e ampliação de 18 shopping centers no Nordeste, sendo dois localizados no Ceará. Os recursos são oriundos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que, de janeiro a agosto deste ano, já repassou cerca de R$ 7,54 bilhões para diferentes projetos na Região.
A informação foi divulgada ontem pelo presidente da instituição, Nelson Antônio de Souza, durante assinatura de contrato de financiamento para instalação do shopping RioMar Presidente Kennedy. O evento ocorreu na sede do BNB e contou com a presença do presidente do Grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça. Dos R$ 480 milhões necessários para o investimento, R$ 269,1 milhões serão financiados pelo banco.
"Isso traz emprego e renda, e após o lançamento serão cerca de 3.900 novos postos de trabalho", disse Antônio de Souza, destacando que este é o sexto empreendimento comercial financiado pela instituição. Os outros cinco centros de compras do Grupo financiados com recursos do FNE ficam em Salvador, Recife e Sergipe. "Além disso, neste ano, estamos em tramitação com mais setes cartas de consulta", acrescenta. Outro empreendimento no Ceará que utilizou recursos do FNE para sua ampliação foi o Shopping Iguatemi.

Projeto - Previsto para o fim de 2016, o RioMar Presidente Kennedy será construído em um terreno de 82.460 m² e terá uma área total construída de 143.400 m², com 260 lojas e 3.180 vagas de estacionamento. A Área Bruta Locável (ABL) totaliza 54 mil m².
"Temos certeza que iremos ajudar a desenvolver aquela área e a parceria com BNB é muito importante. Já temos a participação do banco em outros empreendimentos, mas esse é o mais importante", ressaltou o presidente do Grupo JCPM.
O centro de compras será erguido entre as avenidas Sargento Hermínio e Dr. Theberge e já teve o alvará de construção liberado pela Prefeitura. O início das obras, segundo Paes Mendonça, deve começar na segunda quinzena de novembro. "Vamos primeiro inaugurar o RioMar Fortaleza (previsto para 29 de outubro) para depois pensarmos no Presidente Kennedy", destaca.

Banco comercial - Durante a solenidade, o presidente do BNB aproveitou para destacar que, a partir de agora, a instituição, que tem como principal foco financiamentos para o desenvolvimento da região Nordeste, quer ganhar maior espaço também como banco comercial.
De acordo com Nelson Souza, o crédito comercial atua de forma complementar ao crédito de longo prazo, nas operações estruturantes do desenvolvimento. "Nos últimos dois anos, fizemos o dever de casa. Modernizamos nosso parque tecnológico, contratamos mais empregados, ampliamos nossa capilaridade e aumentamos nosso portfólio. Com isso, estamos desenvolvendo novas condições para que o Banco do Nordeste aumente consideravelmente seu lucro líquido, sem deixar de cumprir suas responsabilidades de banco de desenvolvimento. Em 2015, temos tudo para incomodar a concorrência no crédito comercial", afirmou.
com Diario do Nordeste

Grupo cearense J. Macêdo planeja investir meio bilhão em três anos

Grupo J. Macêdo chega aos 75 anos comemorando
 crescimento de 42% no segmento de panificação e confeitaria.
Com investimento de mais de R$ 80 milhões na ampliação das capacidades produtivas e na atualização tecnológica da empresa em 2013, o Grupo J. Macêdo chega aos 75 anos de atividades comemorando crescimento de 42% no segmento de panificação e confeitaria em um ano. Para os próximos três anos, o grupo planeja investir R$ 500 milhões no aumento da capacidade produtiva, de armazenamento e de distribuição e na modernização tecnológica.
“Na moagem de trigo, [o grupo J. Macêdo] é a única empresa do Brasil que conta com um centro de formação para técnicos em moagem. Nós temos quatro andares aqui no moinho com equipamentos e laboratórios que permitem a melhor formação profissional. Também inovamos na embalagem da farinha de trigo, quando passamos a usar embalagens transparentes, e adicionamos fermento à farinha, o que  é um facilitador para a dona-de-casa”, enumera o empresário Amarílio Macêdo, presidente do Conselho de Administração.
Líder nacional nos segmentos de farinha de trigo doméstica e de mistura para bolos, o grupo J. Macêdo, de origem cearense, alcançou R$ 1,4 bilhão em receita líquida em 2013 e R$ 735 milhões no primeiro semestre de 2014, o que representa  crescimento de 24% em relação ao mesmo período do ano passado.
Considerando o que a empresa gerou em recursos com suas atividades operacionais - o chamado EBITBA, da sigla Erning Before Interests, Taxes Depreciation and Amortization - o Grupo J. Macêdo chegou à marca de R$ 101 milhões em 2013, crescimento de 7,5% em relação a 2012 e R$ 52 milhões no primeiro semestre de 2014, aumento de 20,9% com relação ao mesmo período do ano anterior.  “Estamos a cada dia mais preparados  para avanços e crescimento cada vez mais acelerados”, ressalta  Luiz Henrique Lissoni, presidente-executivo do Grupo J. Macêdo.
Com produtos e serviços presentes em todo o território nacional, a J.Macêdo posiciona-se principalmente nas regiões Nordeste, mercado que mais cresce no Brasil, e no Sudeste, área de maior poder aquisitivo do país.
Governança - Para Luiz Henriquie Lissoni, o crescimento da J. Macêdo se deve também à profissionalização da administração da empresa. Há quatro anos a família controladora desvinculou-se da gestão executiva, assumindo participação exclusiva no Conselho de Administração, onde é representada pelos acionistas Roberto e Amarílio Macêdo. “Hoje, a empresa é administrada por um conselho independente formado por cinco participantes, em que a famiía não interfere na gestão dos negócios”, ressalta o diretor-presidente do grupo.
com G1

domingo, 14 de setembro de 2014

Novos critérios do FDI podem beneficiar 500 indústrias cearenses

Setor textil é um dos beneficiados com a isenção de insentivos
Com a isenção de incentivos fiscais dados pelo Governo do Estado, 500 indústrias se estabeleceram no Ceará e geram receita de mais de R$ 1,1 bilhão anualmente, segundo dados da Secretaria da Fazenda. Com novos critérios para o Fundo de Desenvolvimento Industrial do Ceará (FDI), as empresas poderão elevar o percentual de isenção fiscal, até o teto de 75%, no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) se continuarem a se expandir e gerar emprego e renda.
De acordo com o titular da Sefaz, João Marcos Maia “O objetivo é estabelecer critérios para empresas já estabelecidas no Ceará ampliarem o seu negócio”, destacou. Além do que consta no Decreto Nº29.183/2008 a companhia ganhará um ponto percentual do benefício para cada R$10 milhões em investimento no grupo empresarial; um ponto percentual para cada 500 empregos diretos; e pontuação positiva em face de realocação física do estabelecimento beneficiário.
Os requisitos devem ser comprovados junto ao Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico (Cede) em até 24 meses contados da data do pedido junto ao órgão. Além do prazo do benefício poder se estender por um período de cinco a dez anos, com direito a renovação. Os setores têxtil e de calçados estão entre os que serão mais beneficiados.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Economia do Ceará cresce 3,04% no segundo trimestre de 2014, diz Ipece

Economia cearense apresenta crescimento de 3,49%
no primeiro semestre de 2014.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará - soma de todas as riquezas produzidas pelo estado -
De janeiro a junho, a ecomomia do Ceará teve crescimento de 3,49%. Considerando os quatro últimos trimestres, as taxas do PIB, no estado, mostram crescimento de 3,32%, enquanto que a do Brasil foi de 1,4%. Os índices foram divulgados nesta quinta-feira (4) pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).
Calculado com base nos resultados da indústria, do setor de serviços e da agropecuária, o levantamento realizado pelo Ipece mostra que o setor agropecuário do Ceará apresentou, no segundo trimestre de 2014, o melhor desempenho,  com crescimento de 52,6%. No acumulado do ano o índice chegou a 47,2% e nos últimos quatro trimestres, a  24,43%.
O setor de serviços registrou o segundo melhor resultado, com 3,0% no segundo trimestre deste ano, com destaque para o segmento de alojamento e alimentação, que teve  índice de 9,43%, seguido pelo comércio, com 5,24%; intermediação financeira com 3,49% e outros serviços, com 2,75%. Apesar da retração de 4,2% verificada no segmento indústria no segundo trimestre de 2014  – tendência observada nacionalmente -  e de -1,25% no acumulado no ano, nos últimos quatro trimestres o saldo é positivo,  com  crescimento de  2,12%.
cresceu 3,04% no segundo trimestre de 2014, em comparação ao mesmo período do ano passado, índice superior ao do Brasil, que teve índice de - 0,9% no período.
PIBO PIB trimestral é um indicador que mostra a tendência do desempenho da economia cearense no curto prazo. Além do Ceará, mais sete estados brasileiros realizam o cálculo de sua economia trimestralmente: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo. Como indica somente uma tendência de crescimento ou arrefecimento da economia, suas informações e resultados são preliminares e sujeitos a retificações, quando forem calculadas as Contas Regionais definitivas, em conjunto com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e os estados.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Ética e Indiferença:

Carlo Tursi abordará o tema: Ética e Indiferença
No próximo dia 8 de setembro, será realizada a reunião do Conselho de Responsabilidade Social Empresarial (Cores) da Federação das Indústrias do Estado do  Ceará (FIEC). À ocasião, recebe Carlo Tursi, facilitando a tema Ética e Indiferença: Provocações Empresariais. O evento ocorre a partir das 17h, no Salão Vip, na cobertura da Casa da Indústria, sede do Sistema FIEC.
O encontro é destinado aos membros do conselho, bem como à diretoria da FIEC, presidentes e diretores de sindicatos e gestores do Sistema FIEC.
professor, teólogo e filósofo alemão Carlo Tursi é radicado no Brasil, e atua em várias universidades, dentre elas a Faculdade 7 de Setembro (FA7) e a Universidade sem Fronteiras (UNISF).
O Cores é um órgão consultivo de assessoramento à Diretoria da FIEC, formado por empresas e executivos de diversos segmentos sociais com o objetivo de difundir largamente os conceitos e as boas práticas de responsabilidade social empresarial.
Confirmação da presença por meio do telefone (85) 3421.5483.

Serviço:Reunião do Cores – tema Ética e Indiferença: Provocações Empresariais.
Data: 8 de setembro
Horário: a partir das 17h
Local: Salão Vip - cobertura da Casa da Indústria, sede do Sistema FIEC

Fonte: Assessoria de Imprensa SFiec

Maracanaú realizará desfiles cívicos neste final de semana

A programação de 7 de Setembro, que acontecerá, este ano,
 nos bairros Mucunã, Pajuçara e Centro, terá como tema
“Construindo aprendizagens significativas para a vida”. 
Nos dias 5, 6 e 7 de setembro serão realizados os desfiles cívicos das escolas da rede pública municipal de Maracanaú e demais instituições sociais. A programação de 7 de Setembro, que acontecerá, este ano, nos bairros Mucunã, Pajuçara e Centro, terá como tema “Construindo aprendizagens significativas para a vida”. Uma novidade para esta edição é a presença de um pelotão especial com os prêmios que o Município recebeu na área da Educação. “A ideia é mensurar para a população o reconhecimento que Maracanaú já obteve em nível nacional pelo trabalho que tem desempenhado junto à Educação”, explicou a professora Ivaneide Antunes, diretora da Diretoria de Educação da Secretaria Municipal de Educação - SME. Na ocasião, as 34 escolas participantes apresentarão os trabalhos produzidos por alunos e educadores ao longo do ano. “O desfile das escolas de Maracanaú é diferente dos demais porque aqui realizamos uma prestação de contas com toda a sociedade a respeito do trabalho que foi realizado. É um momento muito importante que reforça o sentimento cívico e o compromisso de toda a comunidade escolar com as ações que vem sendo realizadas”, disse o Secretário de Educação, professor Marcelo Farias.

Confira a programação da Semana da Independência:
Dia 05/09: Desfile na Praça da Mucunã, às 15h, na Mucunã
Dia 06/09: Desfile na Rua Paulo Batista, às 8h, na Pajuçara
Dia 07/09: Desfile na Av. 09, às 15h, no Centro

Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Maracanaú

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Ceará registra a maior alta no preço do etanol entre os estados

Etano hidratado mais caro no Ceará
Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros caíram em 12 estados, subiram em
Os dados são da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e mostram que no período de um mês os preços do etanol caíram em 11 estados e no Distrito Federal, subiram em 12 e ficaram estáveis no Amapá, Pernambuco e Tocantins.
Em São Paulo, principal Estado consumidor, a cotação recuou 0,11% na semana passada, para R$ 1,873 o litro. No período de um mês, acumula alta de 0,16%.
Na semana, o maior recuo das cotações foi registrado no Acre (2,05%), enquanto que a maior alta ocorreu na Bahia (3,60%). No mês, o maior recuo ocorreu no Mato Grosso (3,53%), enquanto que o avanço mais significativo foi observado no Ceará (0,93%).
No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,56 o litro, no Estado de São Paulo, e o máximo foi de R$ 3,20/litro, no Acre. Na média, o menor preço foi de R$ 1,873 o litro, em São Paulo. O maior preço médio foi verificado no Amapá, de R$ 2,875 o litro.
outros 12 e ficaram estáveis no Amapá, em Minas Gerais e no Distrito Federal na semana encerrada no sábado, 30.

CompetitividadeO etanol se manteve competitivo em Goiás, no Mato Grosso, Paraná e em São Paulo, nos dados da ANP compilados pelo AE-Taxas. É a nona semana consecutiva em que o biocombustível mantém vantagem apenas nesses Estados. Nos outros e no Distrito Federal a gasolina continua mais competitiva.
Segundo o levantamento, o etanol equivale a 68,54% do preço da gasolina em Goiás. No Mato Grosso, a relação está em 61,70%; no Paraná, em 68,25%; e em São Paulo, em 65,49%. A gasolina está mais vantajosa principalmente no Amapá, onde o etanol custa o equivalente a 97,19% do preço da gasolina - a relação é favorável ao biocombustível quando está abaixo de 70%.
O preço médio da gasolina em São Paulo está em R$ 2,860 o litro. Na média da ANP, o preço do etanol no Estado ficou em R$ 1,873 o litro.
Agencia Estado