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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Nordeste é a segunda região que mais criou novos empreendimentos

Micro Empreendedor Individual representa 72% no Ne
A região Nordeste é a segunda que mais criou novos empreendimentos no primeiro semestre de 2014. 167.935 novas empresas foram criadas na primeira metade deste ano. Essa quantidade equivale a 17,8% do total de empresas criadas em todo o País. 
Foram criadas 944.678 novas empresas no Brasil no primeiro semestre de 2014. O número é recorde e representa aumento de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 905.468 novos empreendimentos surgiram, segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, divulgado nesta terça-feira (29).
O número deste ano também é maior do que o registrado no primeiro semestre de 2012 (com 893.034 novas empresas), de 2011 (794.179) e de 2010 (693.146).
Em junho deste ano, 149.350 novas empresas surgiram no Brasil, um decréscimo de 8,3% em relação a maio, quando 162.781 novos empreendimentos foram criados. De acordo com os economistas da Serasa Experian, a queda pode ser atribuída à Copa do Mundo e também a fatores sazonais relacionados ao mês de junho.

Microempreendedores Individuais
Segundo o estudo, das 944.678 novas empresas criadas de janeiro a junho de 2014, 683.006 (72,3% do total) foram de Microempreendedores Individuais (MEIs), 113.254 (12% do total) de Sociedades Limitadas, 95.503 (10,1% do total) de Empresas Individuais e 52.915 (5,6% do total) de negócios de outras naturezas jurídicas.
As MEIs vêm registrando aumento crescente de participação no nascimento de empresas desde o início da série histórica do Indicador, passando de 44% no primeiro semestre de 2010, para 72,3% no mesmo período deste ano.

Nascimento de empresas por região
O Sudeste – responsável por 51% do total de novas empresas – registrou o maior número de empreendimentos abertos no primeiro semestre de 2014, com 481.354 nascimentos. Em seguida, com 17,8% do total e 167.935 empresas, está a região Nordeste.
A região Sul ocupa o terceiro lugar, com 154.684 empresas criadas nos seis primeiros meses de 2014 (16,4% do total), seguida pelo Centro-Oeste, com 90.431 empresas (9,6% do total). A Região Norte manteve o quinto lugar durante todo o semestre, com a criação de 50.275 empresas (5,3% do total).
Em comparação com o mesmo período do ano passado, a Região Sudeste registrou o maior aumento no nascimento de empresas durante o primeiro semestre de 2014 (alta de 7%), seguida do Nordeste (com aumento de 2,6%), Centro-Oeste (com 2,2%) e Sul (com 1,5%). A região Norte acusou um decréscimo no nascimento de empresas de 1,6% em relação a igual período do ano passado.

Nascimento de empresas por setor
O setor de serviços continua atraindo a maior quantidade de novas empresas: no primeiro semestre de 2014, 557.741 companhias abriram suas portas, o equivalente a 59% do total. Em seguida, no acumulado do semestre, surgiram 295.482 empresas comerciais (31,3% do total) e, no setor industrial, foram abertas 79.410 empresas (8,4%) neste mesmo período.
o longo dos últimos cinco anos, nota-se o aumento na participação das companhias de serviço no total de empresas que nascem no país. No primeiro semestre de 2010, elas representavam 53,1% do total e no primeiro semestre de 2014 já são 59%.
Por outro lado, a participação do setor comercial recuou nos últimos anos: de 35,4% nos seis primeiros meses de 2010 para 31,3% no mesmo período deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável, variando pouco: de 8,5% no primeiro semestre de 2010 para 8,4% de janeiro a junho de 2014.

Análise dos MEIs por Ramo de Atividade
Desde a Lei Complementar 128/2008, a participação dos Microempreendedores Individuais (MEIs) tem crescido dentro do universo de novas empresas que são constituídas no país, respondendo hoje por cerca de 2/3 do total. Assim, é relevante identificarmos quais ramos de atuação concentram as maiores taxas de surgimento de Microempreendedores Individuais (MEIs).
Ao longo dos últimos cinco anos, nota-se o aumento na participação das companhias de serviço no total de empresas que nascem no País. No primeiro semestre de 2010, elas representavam 53,1% do total e no primeiro semestre de 2014 já são 59%.
Por outro lado, a participação do setor comercial recuou nos últimos anos: de 35,4% nos seis primeiros meses de 2010 para 31,3% no mesmo período deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável, variando pouco: de 8,5% no primeiro semestre de 2010 para 8,4% de janeiro a junho de 2014.

Portal Brasil

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Ceará é o segundo no ranking de investimento estrangeiro

Ranking nacional dos investimentos estrangeiros (fonte: MTE)
O Ceará recebeu, no primeiro trimestre do ano, o segundo maior volume de investimento efetuado por
Também nos três primeiros meses do ano passado, o Ceará figurava em segundo no ranking nacional, atrás de São Paulo. A posição foi a mesma em 2011 e 2012, com dados fechados daqueles anos. Contudo, em 2013, o Ceará saltou para a primeira posição no decorrer dos meses, finalizando o último mês de 2013 com R$ 207,3 milhões de aportes recebidos de estrangeiros pessoa física, uma alta de 350% em relação ao ano anterior. São Paulo, em igual período, fechou em R$ 68,8 milhões, ocupando a terceira posição (atrás também do Maranhão, com R$ 172,8 milhões).
No Nordeste, também tiveram destaque nesse ranking a Bahia, com R$ 9,56 milhões (4ª colocação nacional), e o Rio Grande do Norte, com R$ 6,65 milhões (5ª posição). Já Pernambuco ficou em décimo na lista, com R$ 943,9 mil.
estrangeiros pessoa física no Brasil, revela levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Foram R$ 13,87 milhões em aportes, o que fez com que o Estado ficasse atrás apenas de São Paulo, que obteve R$ 17,65 milhões. Em relação a igual período de 2013, contudo, houve aqui um leve declínio de 3% neste número.
com Diário do Nordeste

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Balança comercial cearense registra primeiro superávit em junho desde 2007

Balança comercial cearense, superavit após 7 anos
A balança comercial cearense em junho registrou um saldo de US$ 65,44 milhões decorrente do expressivo aumento nas exportações (de US$ 82,56 milhões para US$ 263,06 milhões – variação de 218,6%) e declínio nas importações (de US$ 325,92 milhões para US$ 197,61 milhões – variação negativa de 39,4%) em relação a junho de 2013. Desde 2007 o estado não registrava saldo positivo no mês de junho. As informações são do estudo Ceará em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN/CE), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).
Apesar do bom desempenho no mês, no acumulado do ano, o total das trocas comerciais ficou negativo em US$668,59 milhões. No entanto, comparando as exportações e importações dos seis primeiros meses de 2014 com o mesmo período de 2013, houve aumento de 38,6% nas vendas externas (de US$ 542,25 milhões para US$ 751,66 milhões), e declínio de 18,5% nas compras do exterior (de US$1,74 bilhão para US$ 1,42 bilhão).
O Ceará foi o décimo quarto maior exportador brasileiro nos seis primeiros meses de 2014, sendo o terceiro no Nordeste (atrás de Maranhão e Bahia). O estado também foi o que apresentou o segundo maior incremento nas exportações. A participação do Ceará em relação ao Nordeste passou de 7,04% para 10,01%.
Combustíveis e óleos minerais foi o setor que registrou maior aumento numérico (de US$ 8,54 milhões para US$ 273,12 milhões) e percentual (3.097,4%) dentre os principais setores exportadores do estado no primeiro semestre de 2014. Destacam-se ainda os aumentos de 17,7% e de 11,0% respectivamente nas exportações de couros e ceras Vegetais (ceras de carnaúba), bem como retrações de 41,6% do setor têxtil; de 33,0% dos complementos alimentares; de 23,4% das preparações de produtos hortícolas; de 15,4% das frutas; e de 13,6% da castanha de caju.
Antilhas Holandesas, Cingapura e Holanda foram os três principais destinos das exportações cearenses em junho, em virtude da venda de óleos combustíveis. Destacam-se ainda os incrementos de 157,4%; e de 109,6%, respectivamente, nas vendas externas para a Colômbia e para a Itália. Já as exportações para a China e para o México regrediram respectivamente em 34,7% e 23,1%. Os óleos combustíveis foram ainda responsáveis pelos expressivos crescimentos nas exportações para a União Europeia e para a Ásia.
Com relação às importações, trigo; geradores e eletroeletrônicos; combustíveis e óleos minerais; e máquinas e metalmecânico registraram respectivamente redução de 47,9%; 40,2%; 37,2% e 33,0% no primeiro semestre de 2014. No sentido oposto, aeronaves e aparelhos especiais e suaspartes, veículos e material para vias férreas; e têxteis tiveram um aumento respectivo de 54,2%, 54,0% e 39,5%.
As importações da China, principal parceiro comercial nas compras cearenses em junho, registraram um declínio de 73,9%. Em compensação, Polônia, Coreia do Sul, Vietnã, Colômbia, Alemanha e Itália tiveram respectivamente aumento de 2.016,9%, 1.526,8%, 362,8%, 103,2%, 84,9% e 67,1%. Vale ainda mencionar os US$5,41 milhões importados de Trinindad e Tobago no período.
No acumulado do ano, as importações com os três principais parceiros do estado (China, Trinindad e Tobago e Estados Unidos) registraram queda (respectivamente de 29,3%, 14,6% e 11,8%). A Argentina foi outro país que apresentou considerável retração nas vendas para o Ceará (77,3). Já a Colômbia, Coreia do Sul, Indonésia, Índia e Itália registraram incrementos respectivos de 243,7%, 182,6%, 100,1%, 89,5% e 77,2%.
Em valores numéricos, o Porto do Pecém foi o corredor logístico que apresentou o maior aumento no primeiro semestre do ano, saltando de US$ 203,48 milhões para 434,77 milhões. O Porto de Fortaleza (Mucuripe), outro importante corredor logístico do estado, apresentou uma variação negativa de 16,3%. Juntos, os dois portos do estado são responsáveis por escoar 81% das exportações cearenses nos seis meses de 2014. Acrescentando o aeroporto internacional Pinto Martins, estas três zonas primárias concentram 82,28% do total comercializado para o exterior.
Fonte: Assessoria de comunicação SFIEC

Pague Menos quer chegar a mil lojas até 2017

Deusmar Queiros, presidente do grupo Pague quer
a rede com mil lojas até 2017
A Pague Menos, maior rede de farmácias do Brasil, pretende atingir a marca de mil lojas até o fim de2017. Na manhã de ontem, a empresa inaugurou sua 700ª unidade, na cidade de Araguaína, em Tocantins. Ao longo desta semana, serão abertas mais cinco pontos de venda: Aracaju (SE), Campo Maior (PI), Imperatriz (MA), Acaraú (CE) e Cascavel (CE). Ainda há 52 em construção, em todos os estados brasileiros, que deverão ser inauguradas até o fim de 2014.O fundador e presidente da Pague Menos, o cearense Deusmar Queirós, lembra que a empresa não só alcançou a meta de 700 lojas neste mês, mas ultrapassou a marca prevista no projeto de expansão. "Vamos fechar julho com 706 unidades, pois, ainda na próxima semana, abriremos mais duas unidades, uma em Assis (SP) e outra em Caxias do Sul (RS)", afirma.Das seis inaugurações desta semana, cinco lojas estão localizadas em cidades interioranas. De acordo com o empresário, o foco da Pague Menos continua sendo a expansão orgânica e abertura de novos pontos de venda em municípios com mais de 80 mil habitantes."Vamos continuar ampliando, não queremos parar depois de atingir mil unidades, e nem temos motivos para isso. Se a gente não crescer, grandes redes do exterior vêm e se instalam no País, como tem acontecido com o setor supermercadista. A Pague Menos está presente nos quatro cantos do País e, onde tiver um brasileiro, vamos estar por perto", destaca.FaturamentoNeste ano, a rede estima registrar um faturamento bruto de R$ 4,4 bilhões, valor 15,8% maior que os R$ 3,8 bilhões totalizados em 2013. O Ceará, com mais de 30 municípios contemplados com as farmácias Pague Menos, é o estado responsável pela maior fatia do lucro da empresa, seguido de Pernambuco e São Paulo.Deusmar Queirós explica que o projeto de expansão da empresa não prioriza uma região ou um estado brasileiro. Ele analisa que, no segmento em que atua, a demanda pelos produtos sempre é crescente. "O mercado está aquecido. Não trabalhamos com itens de luxo, mas com consumo de bens de primeira necessidade, que são medicamentos e produtos de higiene e beleza", diz.Abertura de capitalCom relação ao ingresso da Pague Menos na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) - previsto inicialmente para 2015 - o empresário diz que não existe uma data certa. "Talvez em 2016, não temos pressa. Quando o Brasil tiver com uma melhor imagem no exterior, a gente entra, pois vale lembrar que 70% das ações da Bovespa são vendidas para investidores estrangeiros", analisa.A Pague Menos é a primeira rede varejista presente nas 26 unidades federativas e no Distrito Federal. Mantêm um crescimento médio anual de 22% nos últimos dez anos, um dos maiores índices de crescimento contínuos do Brasil.Atualmente, possui mais de 18 mil colaboradores que atuam em cerca de 280 municípios. Com sede em Fortaleza, a empresa figura também com destaque no ranking das Melhores & Maiores do Brasil da revista Exame, edição 2014. Ocupa a 144ª colocação geral, é a 12ª maior nas regiões Norte e Nordeste e sétima melhor do segmento varejista nacional.
com Diario do Nordeste

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Prévia da confiança da indústria indica queda de 3,2% em julho

A prévia da Sondagem da Indústria de Transformação para o mês de julho indica queda de 3,2% do Índice
Industria deverá cair 3,2% em julho, conforme previsão
de Confiança da Indústria, em relação ao resultado final de junho, considerando-se dados livres de influência sazonal.
A prévia foi divulgada hoje (23), pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Caso o resultado venha a se confirmar, o índice atingirá 84,4 pontos, o menor desde os 82,2 pontos atingidos em abril de 2009, e manterá assim a trajetória de queda iniciada em janeiro passado.
Segundo o Ibre, o resultado reflete, pelo terceiro mês consecutivo, “a deterioração tanto das avaliações sobre o momento presente quanto das expectativas em relação aos meses seguintes”. Pelas projeções dos economistas do Ibre, o Índice da Situação Atual deverá recuar, em relação ao resultado final de junho, 4,4% atingindo em julho 86,1 pontos. O Índice de Expectativas deve cair 2%, ficando em 82,7 pontos.
Os dados preliminares da Sondagem da Indústria de Transformação de julho indicam ainda redução no Nível de Utilização da Capacidade Instalada, de 83,5% para 83,2%, entre um período e outro – o menor desde os 82,6% de outubro de 2009.
Para o levantamento da prévia de julho da Sondagem da Indústria de Transformação, o Ibre consultou 809 empresas nos primeiros 18 dias deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima terça-feira, dia 29 de julho.
Agencia Brasil

ZPE Ceará precisa de mais área

Quase toda a área já alfandegada da ZPE Ceará está ocupada pelas três empresas em implantação e a própria estrutura administrativa da Zona de Processamento de Exportação. A expansão é necessária para que novas empresas se instalem. A área alfandegada corresponde a 577,5 hectares. Com o espaço disponível para expansão, pode chegar a 989 hectares.
“Até temos área livre. Fizemos um levantamento e vimos que temos 100 hectares, mas que é reserva indígena, tem lagoa. Então não vale a pena”, diz César Ribeiro, presidente da ZPE Ceará.
Para a ampliação, é necessário investimento em infraestrutura. Mas, aí, existe um impasse. O Governo do Estado espera que as empresas confirmem implantação antes de aplicar recursos. Já os empresários querem ter a estrutura antes de começarem a investir. Segundo a ZPE, não é possível dizer o investimento necessário à ampliação, já que o tamanho dependerá da demanda das empresas.
Ele destaca que a instalação da CSP foi o que possibilitou a implantação da ZPE Ceará, a única em funcionamento no Brasil. “Uma existe em função da outra”.
Fonte: O Povo

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Coelce é primeiro lugar do Brasil em Responsabilidade Social

A Companhia Energética do Ceará (Coelce) conquistou primeiro lugar em Responsabilidade Social do Brasil, junto com a Elektro, nesta quinta-feira, 17. Solenidade de entrega da 16ª edição do Prêmio
Premio Abradee de responsabilidade social vai
mais uma vez para Coelce
Abradee, premiação que a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) realiza todos os anos, ocorreu em Brasília, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Segundo a Abradee, esta é a terceira vez seguida que a Coelce ocupa a primeira colocação na categoria. Para presidente da Coelce, disse Abel Rochinha, a premiação confirma o compromisso com o cliente e com a sociedade. “ A hora também é de agradecer a todos os nossos colaboradores e clientes, que são os reais responsáveis por nos colocar no ranking”, completou.
De acordo com a Coelce, foram investidos R$ 19,6 milhões em projetos sociais e ambientais, que atenderam 1,5 milhões de pessoas em 2013. O valor total incluiu R$ 8,4 milhões destinados a iniciativas de eficiência energética, beneficiando 46.667 famílias com troca de geladeiras e lâmpadas por equipamentos eficientes e educação para o consumo racional e seguro de energia.
PesquisaA Abradee realiza estudos com consumidores de todo o Brasil desde 1999, através de um questionário de 70 perguntas utilizadas no cálculo do Índice de Satisfação com a Qualidade Percebida (ISQP) e demais indicadores da pesquisa.
O levantamento aponta que, desde 2005, o serviço de distribuição de energia elétrica tem mais de 76% de aprovação entre os consumidores brasileiros. Nesta edição da pesquisa, foram realizadas 39.666 entrevistas, em 1.329 municípios, com a adesão de 46 distribuidoras, que em conjunto atendem cerca de 98% dos consumidores do país.

Economia brasileira tem contração em maio, aponta Banco Central

Atividade Econômica do Banco Central registrou alta em maio
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou alta de 0,33% no trimestre encerrado em maio, frente à média dos três meses anteriores (de dezembro de 2013 a fevereiro de 2014), na série com ajuste sazonal. Segundo dados apresentados hoje pela autoridade monetária, o índice subiu de uma média mensal de 146,54 pontos para 147,03 pontos nessa comparação.
Na comparação entre o trimestre encerrado em maio e igual período de 2013, o indicador teve alta de 0,04%, no dado com ajuste, passando de 146,97 pontos, na média mensal, para 147,03 pontos. Na série observada, a queda foi de 0,75%, ao passar de 151,09 pontos para 149,96.
O IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. Entre os indicadores que compõe o índice está a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostrou avanço de 0,5% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, e alta de 4,8% na comparação com maio de 2013.
Outro dado importante é a produção industrial, que em maio caiu 0,6% na comparação com o mês anterior e recuou 3,2% em relação a igual mês de 2013.

Vendas no comércio caem 11,3% na Copa, diz Boa Vista

As vendas do comércio brasileiro durante o período de 31 dias da Copa do Mundo, entre 12 de junho e 13
Vendas no comercia durante a Copa não atenderam ficaram
abaixo das expectativas do setor
de julho, caíram 11,3% ante período imediatamente anterior, entre 11 de maio e 11 de junho, segundo levantamento da Boa Vista, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). De acordo com Flávio Calife, economista da empresa, a pesquisa não avaliou serviços e hotelaria, que foram beneficiados com o campeonato.
O levantamento fez um recorte apenas do comércio a partir da base de dados nacional da Boa Vista, com consultas feitas pelos comerciantes de todo o varejo no período e contabilizou os jogos do Brasil como feriados, o que fez com que o período avaliado tivesse 14 dias úteis, ante 19 dias úteis no período anterior.
"Os dias de jogos do Brasil foram nulos para o varejo e pode ser que as compras que seriam feitas no período sejam feitas nos próximos meses. Mas, se olharmos o movimento comércio para o ano, ele deve ser menor que em 2013", disse Calife.
No entanto, o levantamento apontou que, mesmo com a redução em 2014, o movimento do comércio cresceu 2,6% no período da Copa do Mundo do Brasil se comparado ao mesmo período de 2013.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Banco de Desenvolvimento terá sede em Xangai

Líderes do Bric's em Fortaleza no VI encontro da Cúpula
Um dos temas na pauta da reunião dos Bric's, ocorrido em Fortaleza nos dias 14 e 15 últimos, aguardado com muita expectativa pelas autoridades brasileiras, principalmente as mais ligadas a economia, era exatamente a possibilidade de criação de um banco para gerir os recursos dos países formadores do bloco. O desejo dos brasileiros era (se criado o o banco), que o Brasil assumisse a presidência deste. O fato é que foi aprovada a criação do Banco de Desenvolvimento do Brics mas, as expectativas foram frustradas com a indicação da Índia para o cargo. Com mandatos de cinco anos, a direção será rotativa entre os demais países membros.
O Brasil ocupará o posto na sequência e será sucedido por Rússia, África do Sul e China. A sede da instituição, prevista para entrar em operação apenas em 2016, será em Xangai, na China. Nesta primeira gestão, a África do Sul foi escolhida para abrigar o escritório regional, enquanto o Brasil fica com a presidência do conselho de diretores.
Como anunciado anteriormente, o capital inicial autorizado do banco será de US$ 100 bilhões e o capital subscrito (assumido por cada país que integra o grupo) será de US$ 50 bilhões.
“Os Brics vivem momento especial devido ao fortalecimento de duas iniciativas que estão sendo debatidas durante este encontro em Fortaleza: a primeira é a criação do Novo Banco de Desenvolvimento, instituição voltada ao financiamento de projetos de infraestrutura. A segunda é uma linha de contingenciamento de reservas, um seguro dos Brics contra a instabilidade do mercado financeiro internacional”, destacou a presidente Dilma Rousseff.
Questionada sobre o fato da presidência do banco não ter ficado com o Brasil, Dilma foi enfática: “Como foi a Índia quem propôs o banco, é justo que a presidência fique com ela”, afirmou. Ainda de acordo com a presidente, Xangai foi escolhida para ser a sede em virtude de ser o centro financeiro da China, o 2ª PIB do planeta e maior economia do Brics.
Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a diferença ente o banco do Brics e outras instituições internacionais como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial é que o poder será dividido de forma igual entre os membros do grupo.
“A presidência não tem a menor importância, e sim, o controle acionário, que é dividido por igual entre os cinco países”, retrucou. Diante do questionamento do risco de a China se tornar hegemônica na instituição, Mantega apontou que todos os países vão apresentar um capital idêntico e destacou o fato do banco ser uma alternativa aos bancos de financiamento já existentes.
“Hoje há escassez de crédito. O banco não vai competir com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mas é claro que a presença de mais um banco vai forçar a competitividade, o que pode se refletir nas taxas de juros, por exemplo”, explica.
Para o diretor-executivo do FMI pelo Brasil e mais dez nações, Paulo Nogueira Júnior, o fato dos países terem chegado a um entendimento já é motivo de comemoração. “Não é de maneira alguma uma notícia negativa. Eles conseguiram aqui no Brasil alcançar as duas metas, que foi a criação do banco e do acordo de contingente de reservas. Não é pouca coisa ter esses contratos assinados”, aponta o economista.

sábado, 12 de julho de 2014

Mais de 700 empresários dos BRICS buscam integração econômica

A CNI realiza na segunda-feira, 14 de julho, em Fortaleza,
o Encontro Empresarial do grupo 
e promove uma rodada
de negócios que  deve movimentar US$ 3,9 bilhões
Os empresários de Brasil, Rússia, Índia, China e África Sul trabalham pelo fortalecimento da integração econômica entre os países do BRICS. A ideia é aproveitar o acrônimo que os une para melhorar a pauta do comércio e o investimento entre eles. Na segunda-feira, 14 de julho, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) organiza o Encontro Empresarial dos BRICS, o Business Network e o Conselho Empresarial dos BRICS. Os três eventos ocorrem no Centro de Convenções do Ceará, em Fortaleza, às vésperas da reunião dos chefes de estado dos cinco países.
A expectativa é de que o Business Network, a rodada de negócios que reunirá 602 empresas, movimente US$ 3,9 bilhões. Há interesses nas áreas de agronegócios, infraestrutura, logística e equipamentos de transporte, mineração, máquinas e equipamentos, tecnologia da informação, farmacêutico e equipamentos médicos, energia e economia verde. “Nossa prioridade é buscar uma agenda pragmática. Queremos que os BRICS avancem e aproveitem a aliança política para reforçar a agenda econômica. Conhecemos todas os desafios e as diferenças entre nós. Mas poderemos ser úteis uns aos outros se trabalharmos juntos”, diz o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.
Dentro das recomendações aos governos, os empresários dos cinco países defendem a aceleração da criação do Banco de Desenvolvimento dos BRICS para promover e facilitar o comércio, negócios e investimentos. Também entendem que é necessário facilitar a emissão de vistos para viajantes a negócios, reduzir barreiras não tarifárias, como restrições técnicas e fitossanitárias e eliminar obstáculos ao comércio, além do engajamento dos chefes de estado para solucionar problemas relacionados com políticas de comércio entre os BRICS, como dumping e subsídios.
Entre as propostas empresariais aparece ainda o aumento das transações em moeda local, com a infraestrutura financeira, sistema de liquidação e o envolvimento dos bancos centrais para reduzir o uso de moeda fora do grupo nas transações comerciais e de investimentos dos BRICS. Por fim, os empresários defendem a eliminação de subsídios à exportação na agricultura.

                                                                                          A FATIA DO BRASIL
Dilma Rousseff(BRA), Vladimir Putin(RUS), Narendra
Damodardas(IND), Xi Jinping(CHI) e Jacob Zuma(AFS)
O comércio entre o Brasil e os demais países dos BRICS cresce sem parar, principalmente pela participação da China. Em 2013, a corrente de comércio brasileira com as demais economias do grupo foi de US$ 101 bilhões, representando 21% da corrente de comércio brasileira com o mundo. Em 2008, esse percentual era de 14%. No ano passado, os BRICS foram o segundo bloco mais importante para as exportações brasileiras, atrás apenas dos países da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi).
No entanto, do total, US$ 84 bilhões foram negócios com a China, o que torna a pauta brasileira com os BRICS concentrada em poucos produtos primários. Mais de 70% das exportações nacionais para aqueles países são de soja, minério de ferro e óleo combustível bruto. O inverso ocorre com as importações. Cerca de 95% da pauta de importações do Brasil é de produtos manufaturados. A CNI entende que uma maior aproximação do Brasil com os BRICS deve agregar valor às vendas externas do país.
com Assessoria de Impressa SFIEC

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Indústria do Ceará avançou 1,2% em maio

Apesar do desempenho da indústria ter caído em metade das 14 regiões brasileiras pesquisadas pelo IBGE em maio, o Ceará acabou fechando o mês com um resultado positivo, tendo em vista que a produção do Estado sazonalmente ajustada avançou 1,2% no período, na comparação com abril. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada ontem pelo Instituto, o crescimento do setor cearense foi o terceiro mais elevado do País, atrás apenas do registrado no Pará (4,2%) e em Goiás (2,1%).
Ainda de acordo com o IBGE, no confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial cearense também apontou expansão em maio (1,1%), após assinalar dois meses de resultados negativos consecutivos nesse tipo de comparação. Para o coordenador de Estudos e Estatísticas do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi), Pedro Jorge Ramos Viana, a expectativa é que o setor continue avançando, mas em ritmo lento. "Não teremos um ano extraordinário, mas estaremos longe de uma crise", explica.
O argumento de Pedro Jorge é sustentado pela própria pesquisa do IBGE, já que, segundo os dados, apesar de ter avançado em maio, a produção industrial do Ceará não apresentou qualquer evolução no acumulado dos cinco primeiros meses de 2014. A variação de 0% ante 2013, portanto, deixa claro que o setor dificilmente crescerá na mesma proporção do que no ano passado, quando fechou com alta de 3,7%. "Acredito que a produção não vai superar esse índice, nem mesmo igualar. Deve ficar um pouco abaixo, pois as pessoas vêm reduzindo o consumo e a indústria freando a produção. Ninguém tem interesse em criar estoque", opina Viana.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

São João de Maracanaú chega aos 10 anos

São João de Maracanaú completa 10 anos de sucesso
O maior festejo junino do Ceará terá shows com Garota Safada, Solteirões, Lagosta Bronzeada, Aviões do Forró, Léo Santana e Simone e Simaria, além de quatro festivais de quadrilhas juninas
O São João de Maracanaú, o maior e melhor do Ceará e um dos principais do Brasil, comemora 10 anos de tradição com muitos shows e grande programação cultural. O evento, que será realizado de 10 a 20 de julho, a partir das 19 horas, na tradicional Cidade Junina localizada na Av. I, do Jereissati, entre o IFCE e o Feira Center Shopping, terá cinco noites de shows - 11, 12, 17, 18 e 19 de julho. Entre as grandes atrações musicais, regionais e nacionais, já confirmadas estão Garota Safada, Solteirões, Lagosta Bronzeada, Aviões do Forró, Léo Santana e Simone e Simaria – As Coleguinhas.
Outro grande atrativo da festa serão os cerca de 80 grupos juninos que irão se apresentar no Quadrilhódromo da Cidade Junina. Nos dias 10 a 15 de julho, acontecerá o Concurso Cearense Infantil e Adulto de Quadrilhas Juninas. Nos dias 10 e 11, haverá apresentação especial das Quadrilhas Juninas da Terceira Idade. De 16 a 18 de julho, haverá o XXVIII Festival de Quadrilhas Juninas de Maracanaú. Já nos dias 19 e 20 será realizado o Concurso Nacional de Quadrilhas Juninas.

As tradicionais quadrilhas farão parte do evento no
famoso Quadrilhódromo
Vila São José
O São João de Maracanaú receberá a Vila São José que terá uma série de apresentações culturais todos os dias, como violeiros, intervenções teatrais, teatro, forró pé de serra, danças folclóricas e literatura de cordel. Haverá ainda Fazendinha, com animais de pequeno porte.  A Vila contará com imagens gigantes de São José, São João, São Pedro e Santo Antônio, Museu relembrando os 10 anos de história do evento e Engenho.

Infraestrutura
As atrações musicais regionais e nacionais irão se apresentar em dois grandes palcos. Paralelamente, grupos da dança típica, violeiros e as bandas de forró pé de serra irão animar ainda mais o público no palco da Vila São José. O quadrilhodrómo, todo coberto, terá capacidade para cinco mil espectadores e 1.200 m² de área total. Barracas de alimentação, camarotes e portarias completam a estrutura.

Segurança
Para garantir a segurança dos visitantes, Guarda Municipal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, SOS Maracanaú e segurança privada totalizam um efetivo de aproximadamente 2,5 mil profissionais ao longo de todo evento. Ambulatório médico e ambulâncias também estarão de plantão.

Geração de emprego e renda
Mais de 500 empregos temporários serão gerados no São João de Maracanaú, considerando os ambulantes, barraqueiros, artesãos e restaurante cadastrados pela Prefeitura de Maracanaú. Serão 80 barracas, 33 ambulantes e 30 artesãos trabalhando durante o evento.  Também haverá venda de artesanatos e produtos típicos de outros 13 municípios do Ceará. 

Capital Junina
Maracanaú é oficialmente reconhecida como a Capital Junina do Ceará por meio da Lei Estadual 14.999\2011, resultante de projeto de lei de autoria da deputada estadual Fernanda Pessoa.

Confira a programação completa no site:
São João de Maracanaú 2014
Assessoria de Comunicação

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Reunião do Bric´s - Brasil e Rússia disputam liderança

VI Cúpula do Bric´s acontece em Fortaleza de 14 a 16/07/2014
Líderes da África do Sul, Índia, China, Russia e Brasil estarão reunidos de 14 a 16 deste mês em Fortaleza na  6ª Cúpula do Bric´s e mais uma vez, com objetivos de afirmação de suas posições na economia mundial e também a busca de liderança no bloco.
Sem fortes laços comerciais entre si, Brasil e Rússia, 7ª e 8ª economias do mundo, respectivamente, ficam atrás apenas da China entre os países que compõe os Brics, de acordo com o Produto Interno Bruto (PIB) nominal. No campo diplomático, a afinidade está na tentativa de obter maior participação nos organismos internacionais. Tanto o líder russo Vladimir Putin como a nossa presidente Dilma Rousseff, buscam melhorar a posição de seus países tanto nesse bloco como também pleiteiam a entrado na G8, que é formado pelas grandes economias mundias.Neste encontro em Fortaleza, deverão ser discutidos assuntos e traçadas estratégias que irão fortalecer essas posições e intenções. Confirmaram presenças, mais de 650 empresários de todas as 5 nações e esperamos seja um encontro de muitos resultados e acompanharemos cada debate e publicaremos neste espaço.


Inflação ultrapassa o teto da meta definida pelo Banco Central

Mais uma vez o economistas do Banco
central erram nas previsões de inflação
A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apresentou desaceleração em junho, com taxa de 0,40%, contra 0,46% em maio. Em Fortaleza, passou de 0,95% para 0,35%. A queda foi puxada novamente pela baixa nos preços dos alimentos e bebidas, que despencou de 0,58% em maio para - 0,11% em junho, menor resultado nacional desde julho de 2013, quando desacelerou a – 0,33%. Na capital cearense, o índice recuou de 1,04% para 0,20%. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com a Copa do Mundo no Brasil, diárias de hotéis, com 0,11 ponto percentual, aliadas às tarifas aéreas, com 0,09 ponto, lideraram o ranking dos principais impactos. Juntas, apropriaram-se de 0,20 ponto percentual e foram responsáveis pela metade do IPCA do mês. Em Fortaleza, as diárias de hotéis passaram de 2,55% em maio para 41,49% e as passagens aéreas de -21,62% para 6,63%.
Os alimentos consumidos em casa chegaram a apresentar queda. Em Fortaleza de 1,37% em junho ao passo que, em maio, tiveram alta de 2,26%. Parte dos produtos passou a custar menos e parte teve variação reduzida, destacando-se a batata-inglesa (-23,03%).
Dentre os índices regionais, o maior foi o de Recife (0,71%), onde as diárias dos hotéis, com alta de 32,69% e peso de 0,94%, exerceram impacto de 0,31 ponto percentual no resultado. O menor índice foi o de Belém (0,21%), em virtude da queda de 0,56% nos alimentos consumidos em casa.
A inflação oficial do país desacelerou de maio para junho, no entanto, em 12 meses, o IPCA acumulou alta de 6,52%, acima do teto da meta de inflação do Banco Central, de 6,5%. O limite havia sido ultrapassado pela última vez em junho de 2013, de acordo com o IBGE. Na capital do Ceará, a índice inflacionário acumulado nos seis primeiros meses do ano é de 3,77% e em 12 meses 6,57%.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

SESI/CE completa 66 anos de atuação no Ceará

Sesi/Ce completa 66 anos de atividades em solo cearense
O Serviço Social da Indústria (SESI/CE) completa nesta segunda-feira, 7/7, 66 anos contribuindo para a saúde, educação, segurança no trabalho, lazer, esporte e cultura de trabalhadores da indústria e comunidade cearense. A trajetória do SESI/CE, criado em 1948, tem contribuído para melhorar as relações de trabalho, da qualidade de vida do trabalhador e da produtividade industrial. A entidade está presente em Fortaleza, Maracanaú, Horizonte, Sobral e Juazeiro do Norte, além de atuar em diversas localidades por meio das unidades móveis.
Desde 2013, o SESI tem atuado estrategicamente em todo o país para se reposicionar, incorporando novos serviços e processos em prol de um ambiente de trabalho mais seguro e um trabalhador mais saudável. O SESI baseia sua atuação para ser reconhecido pela indústria como uma fonte de soluções relacionadas à produtividade industrial, influenciada pela saúde do trabalhador e pelo ambiente de trabalho. Antenado com a necessidade de atualização constante, tem se aprimorado e inserido inovação tecnológica, de produtos e processos ao portfólio.
O SESI/CE oferece Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação Continuada e Educação de Jovens e Adultos (EJA) com o intuito de elevar a escolaridade do trabalhador da indústria em cursos adaptados às necessidades dos alunos. Outra iniciativa é o Projeto SESI Indústria do Conhecimento, um centro de educação multimídia com biblioteca, recursos digitais e internet. No Ceará, foram implantadas unidades em Pacajus, Maracanaú, Fortaleza, Sobral, Pacatuba, Horizonte e Juazeiro do Norte.
Além da realização de ações de Saúde e Segurança no Trabalho (SST), o SESI/CE desenvolve ações voltadas para a saúde em geral, beneficiando as empresas, trabalhadores e seus dependentes e comunidade. A instituição prioriza a atenção à saúde do trabalhador e beneficia empresas, trabalhadores, seus dependentes e comunidade. Destaque para serviços como o Programa SESI Ginástica na Empresa.
Para contribuir com a expansão da gestão socialmente responsável no setor industrial, a entidade cearense desenvolve ações de responsabilidade social empresarial, como os consórcios de empresas para atuação em rede em comunidades do entorno de onde estão localizadas. Desenvolve ainda o Programa Agentes de Responsabilidade Social, que estimula a participação do setor produtivo, de forma planejada e integrada, na proposição e execução de projetos sociais.
Também são executados pelo SESI/CE os projetos Cozinha Brasil, que tem o objetivo de levar à população orientações sobre uma alimentação nutritiva e de baixo custo, utilizando o aproveitamento integral dos alimentos e atuando no combate ao desperdício. Realiza ainda o Programa ViraVida, que promove qualificação e acompanhamento psicológico a jovens com idade entre 16 e 21 anos e que possuem histórico de vulnerabilidade social e exploração sexual.
Assessoria de Comunicação - SFIEC

Melissa Gurgel é eleita Miss Maracanaú e vai representar o Município na etapa estadual

Miss turismo Tayna Monteiro (E) e Miss  Maracanaú 2014
Melissa Gurgel (D) que representará o município no Miss Ceará
O concurso Miss Maracanaú 2014 foi realizado neste último sábado, 5 de julho, no Centro Cultural Dorian Sampaio. O evento, que é uma realização do Governo Municipal de Maracanaú, por meio da Secretaria de Juventude, Cultura e Turismo, teve como objetivo escolher a Miss Turismo Maracanaú e a Miss Maracanaú 2014 para representar o Município no tradicional concurso Miss Ceará. As nove concorrentes do Miss Maracanaú 2014 brilharam no palco do teatro municipal esbanjando beleza, elegância e simpatia. Na passarela, fizeram coreografias e desfilaram com trajes de banho e trajes de gala, deixando a competição acirrada e encantando a plateia e os oito jurados. A estrutura do evento também chamou atenção do público presente. Nos intervalos do concurso, o cantor Guto Ribeiro animou a plateia com um repertorio sertanejo e a Banda Acaiaca agitou o público com batidas de funks.
A vencedora do concurso e eleita Miss Maracanaú 2014 foi a candidata Melissa Gurgel, que recebeu a faixa da Miss Maracanaú 2013, Lauriene Gomes, e foi coroada pela Miss Ceará, Mariana Vasconcelos. Com esse titulo, Melissa Gurgel vai representar o Município de Maracanaú no concurso Miss Ceará 2014. Em segundo lugar ficou a candidata Tayna Monteiro, que foi eleita pelos jurados a Miss Turismo Maracanaú 2014. O Prefeito Firmo Camurça e autoridades locais prestigiaram o evento. (Mariana Freitas)

Serviço: O concurso Miss Ceará deste ano, que irá eleger a mulher mais bela do Estado para concorrer ao Miss Brasil, será realizado na noite do dia 16 de agosto. O local ainda não foi divulgado.

Prefeitura de Maracanau forma parcerias para novos cursos em Pedagogia e Letras

O Centro de Atendimento ao Trabalhador e
Empreendedor de Maracanaú oferece cursos

Os Centros de Atendimento ao Trabalhador e Empreendedor – Cates, do Governo Municipal de Maracanaú, estão com oportunidades de qualificação em Pedagogia e Letras. Os cursos, na área de Pedagogia, são de Alfabetização e Letramento, Carreiras da Pedagogia Infantil, Carreiras da Pedagogia Empresarial, Carreiras de Pedagogia para Adultos, Didática da Língua Portuguesa, Didática da Matemática, Didática das Ciências Humanas, Didática das Ciências Naturais. Também há as opções de Educação à Distância, Educação e Meio Ambiente, Educação Inclusiva, Gestão Educacional e Políticas Educacionais. Já na área de Letras os cursos são de Produção Textual em Língua Inglesa, Linguística e Literatura Brasileira. Além desses, os Cates possuem cerca de 200 cursos de extensão com aulas online, para os maracanuenses aperfeiçoarem seus conhecimentos. Os Cates são órgãos vinculados à Secretaria do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo – Setee, sendo operacionalizados pelo Instituto para o Desenvolvimento Tecnológico e Social - Idear. Mais informações pelo telefone: 3401.8001. (Oswaldo Scaliotti)

Inscrições – Os interessados em se inscrever em um dos cursos de extensão devem procurar um dos oito Cates de Maracanaú, nos seguintes locais e horários:

Cate Jaçanaú - localizado na Acobeja, na Rua Ernesto Gurgel de Amaral, n° 70 - Horário de funcionamento: 8 às 12 horas e 13 às 17 horas;
Cate Jereissati II – no Centro Paradesportivo Edvaldo Prado, na Rua 42, n° 459 - Horário de funcionamento: 8 às 12 horas e 13 às 17 horas;
Cate Jardim Bandeirante – no Provije, na Rua São José, n° 501 - Horário de funcionamento: 8 às 12 horas e 13 às 17 horas;
Cate Timbó – na Escola Adauto Ferreira Lima - Rua 140, s/n - Horário de funcionamento: 7 às 11 horas e 13 às 17 horas;
Cate Piratininga – localizado no Cejam, na Av. Padre José Holanda do Vale, s/n - Horário de funcionamento: 8 às 12 horas e 13 às 17 horas;
Cate Boa Vista – Escola Comissário Francisco Barbosa - Rua 11, n° 116 - Horário de funcionamento: 7 às 11 horas e 13 às 17 horas;
Cate Centro – localizado na Guarda Municipal – Rua João Andrade Filho, n° 1 - Horário de funcionamento: 8 às 12 horas e 13 às 17 horas;
Cate Industrial – na Escola Vinícius de Morais - Rua N, s/n° - Horário de funcionamento: 7 às 11 horas e 13 às 17 horas.