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domingo, 30 de novembro de 2014

Desafio de Levy é vender ajuste a setores do governo

Ministro da Fazenda Joaquim Levy terá a difícil missão de
de reverter a gravidade fiscal que a economia do país enfrenta.
Os primeiros dias de trabalho na sala de transição do Palácio do Planalto deixaram os futuros ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, em alerta. Ficou a impressão de que, antes de mais nada, será preciso convencer a própria equipe de governo quanto à gravidade do quadro fiscal, das contas públicas, e ao custo político que o ajuste, ainda que gradual, envolverá.
A dupla tem diante de si uma bomba para desarmar e o trabalho não poderá ser feito sem uma freada nas políticas sociais e nos programas vendidos, nos últimos anos, como geradores de emprego. Também não se pode descartar alta de impostos.
O anúncio do plano gradual de ajuste das contas públicas, na quinta-feira, foi apenas o primeiro passo no processo de retomada da confiança dos agentes econômicos. Vendida a ideia, ainda está tudo por fazer. Levy não detalhou que medidas adotará.
Prudente, o time econômico do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff prometeu alcançar, no ano que vem, um superávit primário (poupança para pagamento da dívida pública) equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Um saldo desse tamanho não é suficiente para evitar que o endividamento do governo cresça. Esse efeito só seria alcançado em 2016 e 2017, quando o primário seria de no mínimo 2% do PIB.
O tamanho do saldo pretendido e a previsão de um degrau em 2015 são muito semelhantes ao que o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, pretendia fazer - e que o time petista chamava de "arrocho" que interromperia a trajetória de redução das desigualdades no País. Mas, para que o plano de ajuste plurianual tenha credibilidade, é preciso que ele funcione muito bem logo de saída. E aí é que está a dificuldade. Malvisto nas hostes petistas por causa do rigor com que conduziu as finanças no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o futuro ministro da Fazenda será alvo fácil do fogo amigo. Ele próprio não parece muito convicto do apoio que terá da presidente. "A autonomia, eu acho, está dada", respondeu, ao ser questionado se terá liberdade para trabalhar.
Os primeiros meses do programa de ajuste serão importantes para atacar a ameaça mais imediata no horizonte: o rebaixamento da nota de crédito do Brasil, dada a má situação das contas públicas. Se concretizada, essa medida tornaria mais caros os empréstimos externos ao País e às empresas brasileiras.
Levy tem bom trânsito nas agências de classificação de risco. Quando elas anunciaram que poderiam baixar a avaliação do Brasil, neste ano, ele tomou a iniciativa de procurá-las para mostrar que o País não está prestes a dar um "calote" em seus credores, como precisaria ocorrer para justificar um rebaixamento. Na época, Levy estava na iniciativa privada.
Dureza. Basta olhar a evolução da despesa pública para entender por que um ajuste, qualquer que seja, vai esbarrar nos programas sociais. Os gastos com assistência social, Previdência, Trabalho, Saúde e Educação respondem por quase 80% dos gastos primários do governo (sem contar juros da dívida pública). E são esses que mais têm crescido nos últimos anos. É por isso que mesmo as versões mais "light" de ajuste falam em desaceleração desses programas.
Essa ideia está presente, por exemplo, em uma palestra que o futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, fez em setembro na Fundação Getúlio Vargas. Nela, ele propõe que os gastos com transferência de renda sejam estabilizados como proporção do PIB e que, pelo mesmo critério, a folha salarial do governo seja reduzida. Ele também sugeriu aumentar gastos com saúde e educação.
Os gastos sociais não podem ser simplesmente cortados, e é aí que mora outro problema da atual equipe. É possível, no máximo, deter seu crescimento. Assim, o ajuste inicial terá de se basear em outras medidas.
Agencia Estado

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Governo não prorroga IPI reduzido, que termina em 1º de janeiro

Fim do IPI para carros a partir de janeiro deverá motivar consumidores a
aquisição do carro zero até o final deste ano.
Sem espaço no orçamento para mais desonerações de tributos, o governo decidiu não prorrogar a redução da alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre carros. O imposto fica maior a partir de 1º de janeiro de 2015.
O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, esteve ontem com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de quem ouviu a decisão.Para veículos 1.0 e inferiores a 2.0, a alíquota do imposto subirá de 3% para 7%, que é o seu valor original. Para os com motor 2.0 flex, a alíquota subirá de 9% para 11%. No caso dos carros 2.0 a gasolina, de 9% para 13%.
Segundo Moan, é decisão de cada empresa repassar ou não a recomposição do imposto para o preço ao consumidor.

Impactos
O governo já vinha indicando que não iria prorrogar o benefício, iniciado em 2012 e renovado várias vezes, sob a condição de o setor não demitir e não cortar investimentos.Até o fim de 2014, pelos cálculos da Receita Federal, o governo deverá deixar de arrecadar R$11,5 bilhões com essa política.
Questionado sobre os impactos da decisão, se haverá demissões, por exemplo, Moan afirmou que o setor vai fazer o possível para aumentar a produção e as vendas.
“A indústria automobilística tem seus trabalhadores num nível muito qualificado, o que significa investimento em treinamento muito forte, e a indústria sempre evitou fazer uma redução do pessoal em função desse investimento que foi feito. Vamos lutar o máximo possível para continuar produzindo e principalmente vendendo.”
Depois de um primeiro semestre ruim para o setor, com estoques cheios, demissões, programas de férias coletivas e afastamentos temporários de mão de obra, o setor passa por um segundo semestre de recuperação nas vendas e na produção.
Segundo Moan, as vendas médias cresceram 5,7% de julho a outubro, em relação ao primeiro semestre. A produção cresceu 6,2%, e as exportações, 2,4%.
Em novembro, as vendas estão superiores a 13 mil veículos por dia. “Em outubro estávamos brigando para atingir 13 mil. Este mês, estamos brigando para superar outras metas.”

Investimento
Moan pediu a Mantega que divulgue, o quanto antes, as taxas de juros do PSI (Programa de Sustentação de Investimento, financiado pelo BNDES) para ônibus, caminhões e máquinas agrícolas de 2015.O programa oferece linha de crédito do BNDES para a compra e exportação de bens de capital (máquinas, equipamentos, caminhões e ônibus usados na produção).
Hoje, os juros para compra de caminhões e ônibus está em 6%. Para máquinas agrícolas, 4,5%.

domingo, 19 de outubro de 2014

Prorrogada para novembro entrega de declaração de empresas

As empresas terão até 7 de novembro para entregar a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) à Receita Federal relativa a agosto. Instrução normativa publicada no Diário Oficial da União prorrogou o prazo de apresentação do documento, que acabaria na próxima terça-feira, 21.
A DCTF é uma declaração por meio da qual as empresas informam os tributos apurados e os créditos tributários que têm direito a receber. As companhias também declaram a situação fiscal, se pagaram ou parcelaram impostos e contribuições e têm alguma pendência com o Fisco.
O documento tem entrega obrigatória. Pela legislação, as empresas devem apresentar a DCTF até o décimo quinto dia útil do segundo mês após o fato gerador. Dessa forma, os dados relativos a agosto originalmente precisariam ser entregues até o dia 21. A Receita Federal não informou o motivo do adiamento.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Industriais cearenses estão mais otimistas depois de queda da confiança

Pesquisa ICEI e Perspectivas dos Industriais Cearenses,
realizada pelo  INDI/FIEC,  em parceria com a
Confederação Nacional da Indústria – CNI.
Após um período de queda na confiança, o grau  de otimismo dos industriais cearenses apresenta recuperação em setembro, atingindo o mais alto nível dos últimos seis meses, apesar  de situar-se abaixo da média histórica do Estado.  Para os próximos seis meses, intensificam-se as  expectativas para crescimento da demanda e compra  de matéria-prima, além de perspectivas positivas  para exportações e número de empregados, que apresentavam tendência de queda na publicação  passada. Essas conclusões constam da Pesquisa ICEI e Perspectivas dos Industriais Cearenses, realizada pelo  Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará – INDI, da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC,  em parceria com a Confederação Nacional da Indústria – CNI.
O índice de confiança dos empresários industriais  cearenses, em setembro (55,1 pontos), foi o melhor  desde abril, situando-se superior à média brasileira  (46,5 pontos), resultado alcançado, sobretudo, pelo  maior otimismo dos empresários da construção (58,0  pontos). Embora a tendência positiva, é importante  destacar que o indicador ainda encontra-se abaixo da  média histórica da indústria cearense, iniciada em 2010,  de 62,4 pontos.

Expectativas dos empresários
Para o próximo semestre, acentuam-se as expectativas positivas em relação à demanda por produtos das indústrias  cearenses, seja no mercado interno, como também em relação às exportações. De fato, o indicador de 61,3 pontos,  apresentado em setembro, é o maior desde outubro de 2013, e encontra-se 8 pontos acima da média nacional.
Nessa direção, o indicador de compra de matérias-primas no Ceará (58,1 pontos) também mostra expectativas  positivas, e é superior ao indicador brasileiro (51,0 pontos), apresentando o melhor resultado desde novembro de 2013.
Já as perspectivas para contratação de mão de obra no Ceará voltaram a ser positivas (53,5 pontos), apresentando  o melhor resultado desde março. Por outro lado, no País, a indústria apresenta tendência de queda (47,8 pontos)  para esta variável.
Por fim, depois de três meses abaixo dos 50 pontos, o indicador de expectativas para exportações apresentou  recuperação no Ceará, apresentando o maior valor desde março. Já para o País, as perspectivas continuam negativas.
Os resultados diferem conforme os portes das empresas, com maior nível de otimismo em relação à demanda  para as grandes indústrias (64,1 pontos), enquanto as pequenas indústrias estão mais otimistas em relação ao  número de empregados e exportações. Por outro lado, para as médias indústrias, persistem previsões de queda  para estas duas variáveis.

Saiba mais sobre os Indicadores de Difusão

O ICEI varia de 0 a 100, valores acima de 50 pontos indicam empresários confiantes em  relação às condições atuais da sua empresa, da economia cearense e brasileira, bem como, às expectativas sobre sua empresa,  economia cearense e brasileira.

por Guilherme Muchale (Economista do INDI/FIEC)

sábado, 27 de setembro de 2014

TAM quer formar mão de obra local para hangar de Aracati

TAM pretende formar m~]ao de obra local para trabalhar no
se Hangar na cidade de Aracati no litoral leste cearense
A TAM Aviação Executiva (TAM AE) quer formar mão de obra local para trabalhar no novo Centro de Manutenção de aeronaves que está inaugurando em Aracati. Segundo o presidente da empresa, Fernando Pinho, há grande demanda de profissionais na área não só para o novo equipamento da empresa, mas também para suas unidades no Sudeste e Centro Oeste.
"A gente tem total interesse na formação de mão de obra, pois na região Sudeste há um congestionamento muito grande dessa formação. Os centros formadores já estão nos limites das suas capacidades e há uma demanda muito grande. Faz total sentido desenvolver mão de obra pra essa indústria aqui, em Aracati, para fornecimento de profissionais em nossos centros e, quiçá, exportar profissionais para outras regiões do Brasil", afirmou o executivo ontem, durante a cerimônia de assinatura do termo de cessão de uso do hangar que abriga o novo Centro de Manutenção de aeronaves.
Tipos de profissionais
Conforme Pinho, há necessidade de profissionais como mecânicos, eletricistas, chapeadores e pintores de aeronaves. Segundo ele, é um compromisso da TAM AE contribuir nessa formação, que já começa a ser feita em centros de formação do Sistema S (Sesi, Senai) na região do Aracati. "A participação da TAM AE é no desenvolvimento de currículos. E os alunos poderão fazer estágio na nossa instalação. A grande dificuldade das escolas é a escassez de um centro de estágio, de um laboratório, porque este não é um profissional que você forma 100% nas salas de aula. E aqui temos um laboratório de verdade", esclarece.
A empresa já realizou este ano, em Fortaleza, um treinamento específico com um grupo de 60 profissionais que detêm experiência na área ou que estão em formação no setor, do qual foram pré-selecionados 30, os quais já estão em contato com a área de Recursos Humanos da TAM AE para participarem do processo final de contratação. Na fase inicial do novo Centro, haverá 40 funcionários e, com o crescimento da demanda, pretende-se que esse número chegue a 175 em até cinco anos.
Atração de investimentos
O governador Cid Gomes, presente na solenidade de ontem, afirmou que a entrada do Centro de Manutenção da TAM AE marca uma nova era na atração de investimentos para a região onde o equipamento está instalada. "É um novo padrão de investimentos com a utilização de mão-de-obra qualificada com salários muito melhores no estado do Ceará", afirmou. "Aracati é simbolicamente um município que precisava disso.
Capacidade para atender um total de 30 aeronaves
O novo Centro de Manutenção de Aeronaves da TAM deverá entrar em operação ainda este ano. No momento, a empresa espera a homologação por parte da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e trabalha na instalação dos equipamentos na unidade, que já estão encomendados. Ele terá capacidade para atender até 30 aeronaves, entre jatos e turboélices da família Cessna.
O objetivo é atender principalmente a clientes do Norte e Nordeste, mas, destaca Pinho, a empresa trabalha para trazer aeronaves de outros países da América do Sul e Central. "Hoje, a frota venezuelana é toda atendida pelo mercado americano, e ela está entre nossos objetivos de prospecção. Nós já temos tido aproximação com players da indústria local da Venezuela", adianta, acrescentando que pretende trazer esta frota já no ano que vem.
Além do mercado venezuelano, a TAM AE vê possibilidades no Chile. "Eles já são atendidos em nossa unidade de Jundiaí, em São Paulo. Mas, em algumas ocasiões, a gente não consegue atender por conta da capacidade de produção. E poderíamos trazê-los para cá", cogita. Ele também reforça que há a possibilidade de trazer aeronaves que estejam em fila de espera para manutenção nos outros centros no Sudeste e Centro-Oeste.
Sérgio de Sousa (DN)
Repórter

Teto do Simples Nacional será de R$ 3,6mi no Ceará

João Marcos Maia (sec.Fazenda do Ceará) optou
pelo teto máximo para o estado.
O teto de faturamento das micro e pequenas empresas cearenses optantes pelo sistema do Simples Nacional será elevado em janeiro do próximo ano e passará dos atuais R$ 2,5 milhões anuais para R$ 3,6 milhões. A alteração foi publicada no Diário Oficial do Estado de ontem. O valor é o adotado por estados como Distrito Federal, São Paulo, Pernambuco e Bahia. Maranhão e Mato Grosso devem seguir na faixa anterior de R$ 2,5 milhões.
O valor de R$ 3,6 milhões é o teto máximo estabelecido pela Lei Complementar 147/2014, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no mês passado. “Os estados têm a liberdade para estabelecer sublimites.
O teto de R$ 3,6 milhões é para todo o País. É o máximo, mas cada estado individualmente define o limite porque depende do tamanho da economia, do PIB”, explicou o secretário da Fazenda do Estado, João Marcos Maia.
A lei nacional também regulamenta o uso da Substituição Tributária e irá proibir a cobrança em pequenos negócios de diversos segmentos, como vestuário, móveis, calçados, alimentos. Essa proibição começará a valer a partir de janeiro de 2016.
Se todos os setores fossem beneficiados, o impacto financeiro para o Estado seria de uma perda de arrecadação entre R$ 500 e R$ 600 milhões, de acordo com o titular da Secretaria da Fazenda do Ceará, João Marcos Maia.
O fim da substituição tributária para alguns setores vai tornar mais competitivas as empresas optantes pelo Simples. Isso porque as secretarias de Fazenda estaduais não poderão mais aplicar o mecanismo de recolher antecipado a alíquota cheia do ICMS pelas empresas, cujo repasse ocorre para os compradores do produto. As micro e pequenas adquirem e vendem produtos cujo imposto está embutido no preço.
A ampliação foi uma demanda dos empresários. De acordo com o secretário, o objetivo é reduzir a informalidade. “Na hora que eu amplio o limite, um volume maior de operações passará para a formalidade”, disse.
O novo teto irá beneficiar as mais de 205 mil empresas optantes pelo sistema de tributação no Ceará e a expectativa da Secretaria da Fazenda do Estado é alcançar 207 mil empresas no sistema. “Não é muito porque à medida que aumenta o faturamento, diminui o número de empresas na faixa”, destacou. Entre janeiro e agosto, as empresas do Simples Nacional renderam ao Ceará uma arrecadação de R$ 345 milhões.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Beto Studart é empossado como novo presidente da FIEC

Beto Studart(esq) assume a presidência da FIEC após 8 anos
de mandatos consecutivos do presidente Roberto Macedo(dir)
Em solenidade que durou aproximadamente duas horas, tomou posse ontem, 22/09, como novo presidente da FIEC, o empresário Beto Studart. Ao assumir a entidade, o empresário que já fazia parte da diretoria, ressaltou em seu discurso alguns pontos que deverão ser o foco de sua gestão. Com orçamento em torno de R$ 300 milhões por ano, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) desperdiça entre 10% e 15% dos seus recursos. A estimativa toma como base padrão da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) para a relação entre homem/hora. Reverter isso é a primeira missão que Beto Studart tomou para si como presidente da entidade, cargo para o qual foi empossado ontem.
Ele diz que racionalizar não significa cortar: “precisamos gerar coisas boas com custos adequados”. Nesse processo, a Federação receberá equipe da CNI e consultoria privada. Tudo deve ser concluído até o final do ano. Esclarece que não há problema de caixa: “Roberto (Macedo, o antecessor) está deixando as casas muito bem mantidas”.
O novo presidente quer mais empresas dentro dos sindicatos, que deveriam representar 80% do setor no Ceará. “É uma meta, não minha, mas que eu posso colocar para os companheiros”. Das 17.699 indústrias cearenses, 2.146 são associadas. Para ajudar os sindicatos no trabalho de atração, ele pretende ampliar os canais de diálogo e fortalecer o Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA).
Nos próximos cinco anos, Beto promete uma gestão “aberta, racionalizada e humanizada”. Para encarar o novo desafio, mandou celebrar missa na última sexta-feira na Capela Santa Filomena (Meireles) onde pediu bênçãos para sua diretoria e a de Roberto Macedo.
com O Povo

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

BNB financia mais de R$ 1 bilhão para shoppings

BNB) destinou mais de R$ 1 bilhão para implantação
e ampliação de 18 shopping centers no Nordeste
Nos últimos três anos, o Banco do Nordeste Brasileiro (BNB) destinou mais de R$ 1 bilhão para implantação e ampliação de 18 shopping centers no Nordeste, sendo dois localizados no Ceará. Os recursos são oriundos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que, de janeiro a agosto deste ano, já repassou cerca de R$ 7,54 bilhões para diferentes projetos na Região.
A informação foi divulgada ontem pelo presidente da instituição, Nelson Antônio de Souza, durante assinatura de contrato de financiamento para instalação do shopping RioMar Presidente Kennedy. O evento ocorreu na sede do BNB e contou com a presença do presidente do Grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça. Dos R$ 480 milhões necessários para o investimento, R$ 269,1 milhões serão financiados pelo banco.
"Isso traz emprego e renda, e após o lançamento serão cerca de 3.900 novos postos de trabalho", disse Antônio de Souza, destacando que este é o sexto empreendimento comercial financiado pela instituição. Os outros cinco centros de compras do Grupo financiados com recursos do FNE ficam em Salvador, Recife e Sergipe. "Além disso, neste ano, estamos em tramitação com mais setes cartas de consulta", acrescenta. Outro empreendimento no Ceará que utilizou recursos do FNE para sua ampliação foi o Shopping Iguatemi.

Projeto - Previsto para o fim de 2016, o RioMar Presidente Kennedy será construído em um terreno de 82.460 m² e terá uma área total construída de 143.400 m², com 260 lojas e 3.180 vagas de estacionamento. A Área Bruta Locável (ABL) totaliza 54 mil m².
"Temos certeza que iremos ajudar a desenvolver aquela área e a parceria com BNB é muito importante. Já temos a participação do banco em outros empreendimentos, mas esse é o mais importante", ressaltou o presidente do Grupo JCPM.
O centro de compras será erguido entre as avenidas Sargento Hermínio e Dr. Theberge e já teve o alvará de construção liberado pela Prefeitura. O início das obras, segundo Paes Mendonça, deve começar na segunda quinzena de novembro. "Vamos primeiro inaugurar o RioMar Fortaleza (previsto para 29 de outubro) para depois pensarmos no Presidente Kennedy", destaca.

Banco comercial - Durante a solenidade, o presidente do BNB aproveitou para destacar que, a partir de agora, a instituição, que tem como principal foco financiamentos para o desenvolvimento da região Nordeste, quer ganhar maior espaço também como banco comercial.
De acordo com Nelson Souza, o crédito comercial atua de forma complementar ao crédito de longo prazo, nas operações estruturantes do desenvolvimento. "Nos últimos dois anos, fizemos o dever de casa. Modernizamos nosso parque tecnológico, contratamos mais empregados, ampliamos nossa capilaridade e aumentamos nosso portfólio. Com isso, estamos desenvolvendo novas condições para que o Banco do Nordeste aumente consideravelmente seu lucro líquido, sem deixar de cumprir suas responsabilidades de banco de desenvolvimento. Em 2015, temos tudo para incomodar a concorrência no crédito comercial", afirmou.
com Diario do Nordeste

Grupo cearense J. Macêdo planeja investir meio bilhão em três anos

Grupo J. Macêdo chega aos 75 anos comemorando
 crescimento de 42% no segmento de panificação e confeitaria.
Com investimento de mais de R$ 80 milhões na ampliação das capacidades produtivas e na atualização tecnológica da empresa em 2013, o Grupo J. Macêdo chega aos 75 anos de atividades comemorando crescimento de 42% no segmento de panificação e confeitaria em um ano. Para os próximos três anos, o grupo planeja investir R$ 500 milhões no aumento da capacidade produtiva, de armazenamento e de distribuição e na modernização tecnológica.
“Na moagem de trigo, [o grupo J. Macêdo] é a única empresa do Brasil que conta com um centro de formação para técnicos em moagem. Nós temos quatro andares aqui no moinho com equipamentos e laboratórios que permitem a melhor formação profissional. Também inovamos na embalagem da farinha de trigo, quando passamos a usar embalagens transparentes, e adicionamos fermento à farinha, o que  é um facilitador para a dona-de-casa”, enumera o empresário Amarílio Macêdo, presidente do Conselho de Administração.
Líder nacional nos segmentos de farinha de trigo doméstica e de mistura para bolos, o grupo J. Macêdo, de origem cearense, alcançou R$ 1,4 bilhão em receita líquida em 2013 e R$ 735 milhões no primeiro semestre de 2014, o que representa  crescimento de 24% em relação ao mesmo período do ano passado.
Considerando o que a empresa gerou em recursos com suas atividades operacionais - o chamado EBITBA, da sigla Erning Before Interests, Taxes Depreciation and Amortization - o Grupo J. Macêdo chegou à marca de R$ 101 milhões em 2013, crescimento de 7,5% em relação a 2012 e R$ 52 milhões no primeiro semestre de 2014, aumento de 20,9% com relação ao mesmo período do ano anterior.  “Estamos a cada dia mais preparados  para avanços e crescimento cada vez mais acelerados”, ressalta  Luiz Henrique Lissoni, presidente-executivo do Grupo J. Macêdo.
Com produtos e serviços presentes em todo o território nacional, a J.Macêdo posiciona-se principalmente nas regiões Nordeste, mercado que mais cresce no Brasil, e no Sudeste, área de maior poder aquisitivo do país.
Governança - Para Luiz Henriquie Lissoni, o crescimento da J. Macêdo se deve também à profissionalização da administração da empresa. Há quatro anos a família controladora desvinculou-se da gestão executiva, assumindo participação exclusiva no Conselho de Administração, onde é representada pelos acionistas Roberto e Amarílio Macêdo. “Hoje, a empresa é administrada por um conselho independente formado por cinco participantes, em que a famiía não interfere na gestão dos negócios”, ressalta o diretor-presidente do grupo.
com G1

domingo, 14 de setembro de 2014

Novos critérios do FDI podem beneficiar 500 indústrias cearenses

Setor textil é um dos beneficiados com a isenção de insentivos
Com a isenção de incentivos fiscais dados pelo Governo do Estado, 500 indústrias se estabeleceram no Ceará e geram receita de mais de R$ 1,1 bilhão anualmente, segundo dados da Secretaria da Fazenda. Com novos critérios para o Fundo de Desenvolvimento Industrial do Ceará (FDI), as empresas poderão elevar o percentual de isenção fiscal, até o teto de 75%, no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) se continuarem a se expandir e gerar emprego e renda.
De acordo com o titular da Sefaz, João Marcos Maia “O objetivo é estabelecer critérios para empresas já estabelecidas no Ceará ampliarem o seu negócio”, destacou. Além do que consta no Decreto Nº29.183/2008 a companhia ganhará um ponto percentual do benefício para cada R$10 milhões em investimento no grupo empresarial; um ponto percentual para cada 500 empregos diretos; e pontuação positiva em face de realocação física do estabelecimento beneficiário.
Os requisitos devem ser comprovados junto ao Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico (Cede) em até 24 meses contados da data do pedido junto ao órgão. Além do prazo do benefício poder se estender por um período de cinco a dez anos, com direito a renovação. Os setores têxtil e de calçados estão entre os que serão mais beneficiados.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Economia do Ceará cresce 3,04% no segundo trimestre de 2014, diz Ipece

Economia cearense apresenta crescimento de 3,49%
no primeiro semestre de 2014.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará - soma de todas as riquezas produzidas pelo estado -
De janeiro a junho, a ecomomia do Ceará teve crescimento de 3,49%. Considerando os quatro últimos trimestres, as taxas do PIB, no estado, mostram crescimento de 3,32%, enquanto que a do Brasil foi de 1,4%. Os índices foram divulgados nesta quinta-feira (4) pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).
Calculado com base nos resultados da indústria, do setor de serviços e da agropecuária, o levantamento realizado pelo Ipece mostra que o setor agropecuário do Ceará apresentou, no segundo trimestre de 2014, o melhor desempenho,  com crescimento de 52,6%. No acumulado do ano o índice chegou a 47,2% e nos últimos quatro trimestres, a  24,43%.
O setor de serviços registrou o segundo melhor resultado, com 3,0% no segundo trimestre deste ano, com destaque para o segmento de alojamento e alimentação, que teve  índice de 9,43%, seguido pelo comércio, com 5,24%; intermediação financeira com 3,49% e outros serviços, com 2,75%. Apesar da retração de 4,2% verificada no segmento indústria no segundo trimestre de 2014  – tendência observada nacionalmente -  e de -1,25% no acumulado no ano, nos últimos quatro trimestres o saldo é positivo,  com  crescimento de  2,12%.
cresceu 3,04% no segundo trimestre de 2014, em comparação ao mesmo período do ano passado, índice superior ao do Brasil, que teve índice de - 0,9% no período.
PIBO PIB trimestral é um indicador que mostra a tendência do desempenho da economia cearense no curto prazo. Além do Ceará, mais sete estados brasileiros realizam o cálculo de sua economia trimestralmente: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo. Como indica somente uma tendência de crescimento ou arrefecimento da economia, suas informações e resultados são preliminares e sujeitos a retificações, quando forem calculadas as Contas Regionais definitivas, em conjunto com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e os estados.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Ética e Indiferença:

Carlo Tursi abordará o tema: Ética e Indiferença
No próximo dia 8 de setembro, será realizada a reunião do Conselho de Responsabilidade Social Empresarial (Cores) da Federação das Indústrias do Estado do  Ceará (FIEC). À ocasião, recebe Carlo Tursi, facilitando a tema Ética e Indiferença: Provocações Empresariais. O evento ocorre a partir das 17h, no Salão Vip, na cobertura da Casa da Indústria, sede do Sistema FIEC.
O encontro é destinado aos membros do conselho, bem como à diretoria da FIEC, presidentes e diretores de sindicatos e gestores do Sistema FIEC.
professor, teólogo e filósofo alemão Carlo Tursi é radicado no Brasil, e atua em várias universidades, dentre elas a Faculdade 7 de Setembro (FA7) e a Universidade sem Fronteiras (UNISF).
O Cores é um órgão consultivo de assessoramento à Diretoria da FIEC, formado por empresas e executivos de diversos segmentos sociais com o objetivo de difundir largamente os conceitos e as boas práticas de responsabilidade social empresarial.
Confirmação da presença por meio do telefone (85) 3421.5483.

Serviço:Reunião do Cores – tema Ética e Indiferença: Provocações Empresariais.
Data: 8 de setembro
Horário: a partir das 17h
Local: Salão Vip - cobertura da Casa da Indústria, sede do Sistema FIEC

Fonte: Assessoria de Imprensa SFiec

Maracanaú realizará desfiles cívicos neste final de semana

A programação de 7 de Setembro, que acontecerá, este ano,
 nos bairros Mucunã, Pajuçara e Centro, terá como tema
“Construindo aprendizagens significativas para a vida”. 
Nos dias 5, 6 e 7 de setembro serão realizados os desfiles cívicos das escolas da rede pública municipal de Maracanaú e demais instituições sociais. A programação de 7 de Setembro, que acontecerá, este ano, nos bairros Mucunã, Pajuçara e Centro, terá como tema “Construindo aprendizagens significativas para a vida”. Uma novidade para esta edição é a presença de um pelotão especial com os prêmios que o Município recebeu na área da Educação. “A ideia é mensurar para a população o reconhecimento que Maracanaú já obteve em nível nacional pelo trabalho que tem desempenhado junto à Educação”, explicou a professora Ivaneide Antunes, diretora da Diretoria de Educação da Secretaria Municipal de Educação - SME. Na ocasião, as 34 escolas participantes apresentarão os trabalhos produzidos por alunos e educadores ao longo do ano. “O desfile das escolas de Maracanaú é diferente dos demais porque aqui realizamos uma prestação de contas com toda a sociedade a respeito do trabalho que foi realizado. É um momento muito importante que reforça o sentimento cívico e o compromisso de toda a comunidade escolar com as ações que vem sendo realizadas”, disse o Secretário de Educação, professor Marcelo Farias.

Confira a programação da Semana da Independência:
Dia 05/09: Desfile na Praça da Mucunã, às 15h, na Mucunã
Dia 06/09: Desfile na Rua Paulo Batista, às 8h, na Pajuçara
Dia 07/09: Desfile na Av. 09, às 15h, no Centro

Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Maracanaú

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Ceará registra a maior alta no preço do etanol entre os estados

Etano hidratado mais caro no Ceará
Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros caíram em 12 estados, subiram em
Os dados são da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e mostram que no período de um mês os preços do etanol caíram em 11 estados e no Distrito Federal, subiram em 12 e ficaram estáveis no Amapá, Pernambuco e Tocantins.
Em São Paulo, principal Estado consumidor, a cotação recuou 0,11% na semana passada, para R$ 1,873 o litro. No período de um mês, acumula alta de 0,16%.
Na semana, o maior recuo das cotações foi registrado no Acre (2,05%), enquanto que a maior alta ocorreu na Bahia (3,60%). No mês, o maior recuo ocorreu no Mato Grosso (3,53%), enquanto que o avanço mais significativo foi observado no Ceará (0,93%).
No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,56 o litro, no Estado de São Paulo, e o máximo foi de R$ 3,20/litro, no Acre. Na média, o menor preço foi de R$ 1,873 o litro, em São Paulo. O maior preço médio foi verificado no Amapá, de R$ 2,875 o litro.
outros 12 e ficaram estáveis no Amapá, em Minas Gerais e no Distrito Federal na semana encerrada no sábado, 30.

CompetitividadeO etanol se manteve competitivo em Goiás, no Mato Grosso, Paraná e em São Paulo, nos dados da ANP compilados pelo AE-Taxas. É a nona semana consecutiva em que o biocombustível mantém vantagem apenas nesses Estados. Nos outros e no Distrito Federal a gasolina continua mais competitiva.
Segundo o levantamento, o etanol equivale a 68,54% do preço da gasolina em Goiás. No Mato Grosso, a relação está em 61,70%; no Paraná, em 68,25%; e em São Paulo, em 65,49%. A gasolina está mais vantajosa principalmente no Amapá, onde o etanol custa o equivalente a 97,19% do preço da gasolina - a relação é favorável ao biocombustível quando está abaixo de 70%.
O preço médio da gasolina em São Paulo está em R$ 2,860 o litro. Na média da ANP, o preço do etanol no Estado ficou em R$ 1,873 o litro.
Agencia Estado

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Nordeste detém maioria das vendas, diz Nestlé

Westermann Geraldes, vice presidente da
área de nutrição Infantil da Nestlé
Dos produtos de fórmula infantil comercializados no Brasil, o Nordeste representa o maior em número de vendas – mais de 50% - na comparação com o País, segundo o vice-presidente da área de Nutrição Infantil da Nestlé, Westermann Geraldes. Entre os destaques de vendas, ele aponta o Nestogeno, além do Nan em suas duas versões: Pro e Confort. Já o Ceará, juntamente com Piauí e Maranhão, representa um terço das vendas do Nordeste.
Westermann ainda espera que esse número de vendas aumente, visto que o Ceará tem previsão de crescimento econômico em torno de 4% para 2015, segundo o Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). Índice esse que está acima da média do País, que não deve chegar a 0,9%, de acordo com o Banco Central.
“Isso (o crescimento econômico do Ceará) obviamente reflete no consumo. Entra mais dinheiro no bolso do consumidor e houve um incremento das vendas de leite no Estado e no Nordeste”, avalia.
A nova aposta da companhia, tanto para a região quanto para o País, está na comercialização de produtos growing up. Ou seja, de leite de crescimento voltado para crianças a partir de 1 ano.
“Esse é outro mercado em franca expansão. Você tem o leite dos adultos, tem as fórmulas infantis, mas existia um hiato no meio da passagem das fórmulas para o leite adulto. Inadvertidamente, muitas mães passam direto para o leite de vaca”, explica.
com O Povo

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Presidente do Sistema Fecomércio recebe Título de Cidadão Fortalezense

Luiz Gastão Bittencourt, Presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/Ipdc, receberá dia 19 de agosto, às 19:30h, no Plenário da Câmara Municipal de Fortaleza, a  Medalha Boticário Ferreira e o Título de Cidadão Fortalezense.  A outorga foi requerida pelo então Vereador Jorge Vieira, por iniciativa do Vereador Jadas Reis e teve Projeto de Decreto do Vereador José do Carmo.
        Luiz Gastão já recebeu, em 2005, o Título de Cidadão Cearense, honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Ceará, além de ter recebido títulos de cidadania de outros municípios cearenses como Crato, Barbalha, Tejuçuoca, Eusébio e Quixeramobim.
com AC Assessoria




quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Fazenda descarta novo socorro ao setor elétrico

Setor elétrico brasileiro sem o socorro da fazenda
O Ministério da Fazenda comunicou nesta quarta-feira, 13, por meio de nota, que foi
Segundo a nota, além das dez instituições financeiras que participaram do primeiro empréstimo, no valor de R$ 11,2 bilhões, a operação contou com a participação do BNDES e de mais dois bancos. O BNDES, que entraria com R$ 3 bilhões, teve sua participação reduzida para R$ 2,7 bilhões.
No total, a segunda operação conta com 13 instituições financeiras que disponibilizarão, até o próximo dia 19, a primeira parcela dos recursos previstos. Nessa operação, que tem carência até outubro de 2015 e pagamentos entre novembro de 2015 a novembro de 2017, o custo foi fixado em CDI mais 2,35% ao ano.
Nos dois empréstimos, que somam R$ 17,78 bilhões, a participação dos bancos públicos federais - Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - alcança 52,58%. O restante cabe às demais instituições financeiras participantes do sindicato de bancos - Bradesco, Itaú, Santander, BTG Pactual, Citibank, J.P. Morgan, Credit Suisse, Bank of America, BRB e Banrisul. Essas informações foram antecipadas pelo Broadcast, serviço de informações da Agência Estado, na manhã desta quarta-feira, 13.
fechada, na terça-feira, 12, a segunda operação de crédito entre o sindicato de bancos e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) no valor de R$ 6,58 bilhões. Além disso, o ministério informou que não estão previstas novas operações de crédito para o setor elétrico.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Empreendedores apostam na capacitação para fortalecer ideias

Feira do Empreendedor 2014 acontece no
Centro de Eventos do Ceará até amanhã
O real objetivo de uma palestra é informar, tirar dúvidas sobre um determinado assunto. No cenário do empreendedorismo, mais que isso: elas arejam ideias para a potencialização do negócio. Essa é a atmosfera que o visitante encontra na Feira do Empreendedor 2014 que está sendo realizada no Centro de Eventos do Ceará até amanhã.
De acordo com o consultor de marketing do Sebrae-CE, Paulo Teles, as palestras são esclarecedoras e contribuem para a redução do medo de ingressar no mercado. “O empreendedor começa a coordenar as ideias dentro das palestras. Enxerga também novas oportunidades para os negócios”, afirma.
O vendedor José Faustino esteve na Feira para conhecer um pouco mais sobre o conceito de startups. “O importante é pegar informações para executar meu projeto. Assim evito de perder tempo e dinheiro em algo que não seja de acordo”, afirmou.
Após participar de algumas palestras, definiu o negócio que deseja montar.”Minha ideia, depois de analisar as perspectivas, é conduzir uma empresa de divulgação de pequenos eventos na internet”, concluiu.
Já a estudante de direito Jéssica Albuquerque foi à Feira motivada pela palestra voltada à montagem de um plano de negócios. “Há dois anos comecei a fazer cupcakes. Amigos disseram que era hora de eu abrir uma loja física. Estou aqui para evitar entrar no mercado às cegas”, informou.

Uma das palestras que mais se identificou foi a ministrada pelo consultor do Facebook, Juliano Kimura, que tratava de pequenos negócios na internet. “Eles ensinam as estratégias de marketing e como trabalhar de maneira favorável para desenvolver o negócio na rede”.
com O Povo

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Nordeste é a segunda região que mais criou novos empreendimentos

Micro Empreendedor Individual representa 72% no Ne
A região Nordeste é a segunda que mais criou novos empreendimentos no primeiro semestre de 2014. 167.935 novas empresas foram criadas na primeira metade deste ano. Essa quantidade equivale a 17,8% do total de empresas criadas em todo o País. 
Foram criadas 944.678 novas empresas no Brasil no primeiro semestre de 2014. O número é recorde e representa aumento de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 905.468 novos empreendimentos surgiram, segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, divulgado nesta terça-feira (29).
O número deste ano também é maior do que o registrado no primeiro semestre de 2012 (com 893.034 novas empresas), de 2011 (794.179) e de 2010 (693.146).
Em junho deste ano, 149.350 novas empresas surgiram no Brasil, um decréscimo de 8,3% em relação a maio, quando 162.781 novos empreendimentos foram criados. De acordo com os economistas da Serasa Experian, a queda pode ser atribuída à Copa do Mundo e também a fatores sazonais relacionados ao mês de junho.

Microempreendedores Individuais
Segundo o estudo, das 944.678 novas empresas criadas de janeiro a junho de 2014, 683.006 (72,3% do total) foram de Microempreendedores Individuais (MEIs), 113.254 (12% do total) de Sociedades Limitadas, 95.503 (10,1% do total) de Empresas Individuais e 52.915 (5,6% do total) de negócios de outras naturezas jurídicas.
As MEIs vêm registrando aumento crescente de participação no nascimento de empresas desde o início da série histórica do Indicador, passando de 44% no primeiro semestre de 2010, para 72,3% no mesmo período deste ano.

Nascimento de empresas por região
O Sudeste – responsável por 51% do total de novas empresas – registrou o maior número de empreendimentos abertos no primeiro semestre de 2014, com 481.354 nascimentos. Em seguida, com 17,8% do total e 167.935 empresas, está a região Nordeste.
A região Sul ocupa o terceiro lugar, com 154.684 empresas criadas nos seis primeiros meses de 2014 (16,4% do total), seguida pelo Centro-Oeste, com 90.431 empresas (9,6% do total). A Região Norte manteve o quinto lugar durante todo o semestre, com a criação de 50.275 empresas (5,3% do total).
Em comparação com o mesmo período do ano passado, a Região Sudeste registrou o maior aumento no nascimento de empresas durante o primeiro semestre de 2014 (alta de 7%), seguida do Nordeste (com aumento de 2,6%), Centro-Oeste (com 2,2%) e Sul (com 1,5%). A região Norte acusou um decréscimo no nascimento de empresas de 1,6% em relação a igual período do ano passado.

Nascimento de empresas por setor
O setor de serviços continua atraindo a maior quantidade de novas empresas: no primeiro semestre de 2014, 557.741 companhias abriram suas portas, o equivalente a 59% do total. Em seguida, no acumulado do semestre, surgiram 295.482 empresas comerciais (31,3% do total) e, no setor industrial, foram abertas 79.410 empresas (8,4%) neste mesmo período.
o longo dos últimos cinco anos, nota-se o aumento na participação das companhias de serviço no total de empresas que nascem no país. No primeiro semestre de 2010, elas representavam 53,1% do total e no primeiro semestre de 2014 já são 59%.
Por outro lado, a participação do setor comercial recuou nos últimos anos: de 35,4% nos seis primeiros meses de 2010 para 31,3% no mesmo período deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável, variando pouco: de 8,5% no primeiro semestre de 2010 para 8,4% de janeiro a junho de 2014.

Análise dos MEIs por Ramo de Atividade
Desde a Lei Complementar 128/2008, a participação dos Microempreendedores Individuais (MEIs) tem crescido dentro do universo de novas empresas que são constituídas no país, respondendo hoje por cerca de 2/3 do total. Assim, é relevante identificarmos quais ramos de atuação concentram as maiores taxas de surgimento de Microempreendedores Individuais (MEIs).
Ao longo dos últimos cinco anos, nota-se o aumento na participação das companhias de serviço no total de empresas que nascem no País. No primeiro semestre de 2010, elas representavam 53,1% do total e no primeiro semestre de 2014 já são 59%.
Por outro lado, a participação do setor comercial recuou nos últimos anos: de 35,4% nos seis primeiros meses de 2010 para 31,3% no mesmo período deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável, variando pouco: de 8,5% no primeiro semestre de 2010 para 8,4% de janeiro a junho de 2014.

Portal Brasil

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Ceará é o segundo no ranking de investimento estrangeiro

Ranking nacional dos investimentos estrangeiros (fonte: MTE)
O Ceará recebeu, no primeiro trimestre do ano, o segundo maior volume de investimento efetuado por
Também nos três primeiros meses do ano passado, o Ceará figurava em segundo no ranking nacional, atrás de São Paulo. A posição foi a mesma em 2011 e 2012, com dados fechados daqueles anos. Contudo, em 2013, o Ceará saltou para a primeira posição no decorrer dos meses, finalizando o último mês de 2013 com R$ 207,3 milhões de aportes recebidos de estrangeiros pessoa física, uma alta de 350% em relação ao ano anterior. São Paulo, em igual período, fechou em R$ 68,8 milhões, ocupando a terceira posição (atrás também do Maranhão, com R$ 172,8 milhões).
No Nordeste, também tiveram destaque nesse ranking a Bahia, com R$ 9,56 milhões (4ª colocação nacional), e o Rio Grande do Norte, com R$ 6,65 milhões (5ª posição). Já Pernambuco ficou em décimo na lista, com R$ 943,9 mil.
estrangeiros pessoa física no Brasil, revela levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Foram R$ 13,87 milhões em aportes, o que fez com que o Estado ficasse atrás apenas de São Paulo, que obteve R$ 17,65 milhões. Em relação a igual período de 2013, contudo, houve aqui um leve declínio de 3% neste número.
com Diário do Nordeste

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Balança comercial cearense registra primeiro superávit em junho desde 2007

Balança comercial cearense, superavit após 7 anos
A balança comercial cearense em junho registrou um saldo de US$ 65,44 milhões decorrente do expressivo aumento nas exportações (de US$ 82,56 milhões para US$ 263,06 milhões – variação de 218,6%) e declínio nas importações (de US$ 325,92 milhões para US$ 197,61 milhões – variação negativa de 39,4%) em relação a junho de 2013. Desde 2007 o estado não registrava saldo positivo no mês de junho. As informações são do estudo Ceará em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN/CE), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).
Apesar do bom desempenho no mês, no acumulado do ano, o total das trocas comerciais ficou negativo em US$668,59 milhões. No entanto, comparando as exportações e importações dos seis primeiros meses de 2014 com o mesmo período de 2013, houve aumento de 38,6% nas vendas externas (de US$ 542,25 milhões para US$ 751,66 milhões), e declínio de 18,5% nas compras do exterior (de US$1,74 bilhão para US$ 1,42 bilhão).
O Ceará foi o décimo quarto maior exportador brasileiro nos seis primeiros meses de 2014, sendo o terceiro no Nordeste (atrás de Maranhão e Bahia). O estado também foi o que apresentou o segundo maior incremento nas exportações. A participação do Ceará em relação ao Nordeste passou de 7,04% para 10,01%.
Combustíveis e óleos minerais foi o setor que registrou maior aumento numérico (de US$ 8,54 milhões para US$ 273,12 milhões) e percentual (3.097,4%) dentre os principais setores exportadores do estado no primeiro semestre de 2014. Destacam-se ainda os aumentos de 17,7% e de 11,0% respectivamente nas exportações de couros e ceras Vegetais (ceras de carnaúba), bem como retrações de 41,6% do setor têxtil; de 33,0% dos complementos alimentares; de 23,4% das preparações de produtos hortícolas; de 15,4% das frutas; e de 13,6% da castanha de caju.
Antilhas Holandesas, Cingapura e Holanda foram os três principais destinos das exportações cearenses em junho, em virtude da venda de óleos combustíveis. Destacam-se ainda os incrementos de 157,4%; e de 109,6%, respectivamente, nas vendas externas para a Colômbia e para a Itália. Já as exportações para a China e para o México regrediram respectivamente em 34,7% e 23,1%. Os óleos combustíveis foram ainda responsáveis pelos expressivos crescimentos nas exportações para a União Europeia e para a Ásia.
Com relação às importações, trigo; geradores e eletroeletrônicos; combustíveis e óleos minerais; e máquinas e metalmecânico registraram respectivamente redução de 47,9%; 40,2%; 37,2% e 33,0% no primeiro semestre de 2014. No sentido oposto, aeronaves e aparelhos especiais e suaspartes, veículos e material para vias férreas; e têxteis tiveram um aumento respectivo de 54,2%, 54,0% e 39,5%.
As importações da China, principal parceiro comercial nas compras cearenses em junho, registraram um declínio de 73,9%. Em compensação, Polônia, Coreia do Sul, Vietnã, Colômbia, Alemanha e Itália tiveram respectivamente aumento de 2.016,9%, 1.526,8%, 362,8%, 103,2%, 84,9% e 67,1%. Vale ainda mencionar os US$5,41 milhões importados de Trinindad e Tobago no período.
No acumulado do ano, as importações com os três principais parceiros do estado (China, Trinindad e Tobago e Estados Unidos) registraram queda (respectivamente de 29,3%, 14,6% e 11,8%). A Argentina foi outro país que apresentou considerável retração nas vendas para o Ceará (77,3). Já a Colômbia, Coreia do Sul, Indonésia, Índia e Itália registraram incrementos respectivos de 243,7%, 182,6%, 100,1%, 89,5% e 77,2%.
Em valores numéricos, o Porto do Pecém foi o corredor logístico que apresentou o maior aumento no primeiro semestre do ano, saltando de US$ 203,48 milhões para 434,77 milhões. O Porto de Fortaleza (Mucuripe), outro importante corredor logístico do estado, apresentou uma variação negativa de 16,3%. Juntos, os dois portos do estado são responsáveis por escoar 81% das exportações cearenses nos seis meses de 2014. Acrescentando o aeroporto internacional Pinto Martins, estas três zonas primárias concentram 82,28% do total comercializado para o exterior.
Fonte: Assessoria de comunicação SFIEC

Pague Menos quer chegar a mil lojas até 2017

Deusmar Queiros, presidente do grupo Pague quer
a rede com mil lojas até 2017
A Pague Menos, maior rede de farmácias do Brasil, pretende atingir a marca de mil lojas até o fim de2017. Na manhã de ontem, a empresa inaugurou sua 700ª unidade, na cidade de Araguaína, em Tocantins. Ao longo desta semana, serão abertas mais cinco pontos de venda: Aracaju (SE), Campo Maior (PI), Imperatriz (MA), Acaraú (CE) e Cascavel (CE). Ainda há 52 em construção, em todos os estados brasileiros, que deverão ser inauguradas até o fim de 2014.O fundador e presidente da Pague Menos, o cearense Deusmar Queirós, lembra que a empresa não só alcançou a meta de 700 lojas neste mês, mas ultrapassou a marca prevista no projeto de expansão. "Vamos fechar julho com 706 unidades, pois, ainda na próxima semana, abriremos mais duas unidades, uma em Assis (SP) e outra em Caxias do Sul (RS)", afirma.Das seis inaugurações desta semana, cinco lojas estão localizadas em cidades interioranas. De acordo com o empresário, o foco da Pague Menos continua sendo a expansão orgânica e abertura de novos pontos de venda em municípios com mais de 80 mil habitantes."Vamos continuar ampliando, não queremos parar depois de atingir mil unidades, e nem temos motivos para isso. Se a gente não crescer, grandes redes do exterior vêm e se instalam no País, como tem acontecido com o setor supermercadista. A Pague Menos está presente nos quatro cantos do País e, onde tiver um brasileiro, vamos estar por perto", destaca.FaturamentoNeste ano, a rede estima registrar um faturamento bruto de R$ 4,4 bilhões, valor 15,8% maior que os R$ 3,8 bilhões totalizados em 2013. O Ceará, com mais de 30 municípios contemplados com as farmácias Pague Menos, é o estado responsável pela maior fatia do lucro da empresa, seguido de Pernambuco e São Paulo.Deusmar Queirós explica que o projeto de expansão da empresa não prioriza uma região ou um estado brasileiro. Ele analisa que, no segmento em que atua, a demanda pelos produtos sempre é crescente. "O mercado está aquecido. Não trabalhamos com itens de luxo, mas com consumo de bens de primeira necessidade, que são medicamentos e produtos de higiene e beleza", diz.Abertura de capitalCom relação ao ingresso da Pague Menos na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) - previsto inicialmente para 2015 - o empresário diz que não existe uma data certa. "Talvez em 2016, não temos pressa. Quando o Brasil tiver com uma melhor imagem no exterior, a gente entra, pois vale lembrar que 70% das ações da Bovespa são vendidas para investidores estrangeiros", analisa.A Pague Menos é a primeira rede varejista presente nas 26 unidades federativas e no Distrito Federal. Mantêm um crescimento médio anual de 22% nos últimos dez anos, um dos maiores índices de crescimento contínuos do Brasil.Atualmente, possui mais de 18 mil colaboradores que atuam em cerca de 280 municípios. Com sede em Fortaleza, a empresa figura também com destaque no ranking das Melhores & Maiores do Brasil da revista Exame, edição 2014. Ocupa a 144ª colocação geral, é a 12ª maior nas regiões Norte e Nordeste e sétima melhor do segmento varejista nacional.
com Diario do Nordeste

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Prévia da confiança da indústria indica queda de 3,2% em julho

A prévia da Sondagem da Indústria de Transformação para o mês de julho indica queda de 3,2% do Índice
Industria deverá cair 3,2% em julho, conforme previsão
de Confiança da Indústria, em relação ao resultado final de junho, considerando-se dados livres de influência sazonal.
A prévia foi divulgada hoje (23), pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Caso o resultado venha a se confirmar, o índice atingirá 84,4 pontos, o menor desde os 82,2 pontos atingidos em abril de 2009, e manterá assim a trajetória de queda iniciada em janeiro passado.
Segundo o Ibre, o resultado reflete, pelo terceiro mês consecutivo, “a deterioração tanto das avaliações sobre o momento presente quanto das expectativas em relação aos meses seguintes”. Pelas projeções dos economistas do Ibre, o Índice da Situação Atual deverá recuar, em relação ao resultado final de junho, 4,4% atingindo em julho 86,1 pontos. O Índice de Expectativas deve cair 2%, ficando em 82,7 pontos.
Os dados preliminares da Sondagem da Indústria de Transformação de julho indicam ainda redução no Nível de Utilização da Capacidade Instalada, de 83,5% para 83,2%, entre um período e outro – o menor desde os 82,6% de outubro de 2009.
Para o levantamento da prévia de julho da Sondagem da Indústria de Transformação, o Ibre consultou 809 empresas nos primeiros 18 dias deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima terça-feira, dia 29 de julho.
Agencia Brasil

ZPE Ceará precisa de mais área

Quase toda a área já alfandegada da ZPE Ceará está ocupada pelas três empresas em implantação e a própria estrutura administrativa da Zona de Processamento de Exportação. A expansão é necessária para que novas empresas se instalem. A área alfandegada corresponde a 577,5 hectares. Com o espaço disponível para expansão, pode chegar a 989 hectares.
“Até temos área livre. Fizemos um levantamento e vimos que temos 100 hectares, mas que é reserva indígena, tem lagoa. Então não vale a pena”, diz César Ribeiro, presidente da ZPE Ceará.
Para a ampliação, é necessário investimento em infraestrutura. Mas, aí, existe um impasse. O Governo do Estado espera que as empresas confirmem implantação antes de aplicar recursos. Já os empresários querem ter a estrutura antes de começarem a investir. Segundo a ZPE, não é possível dizer o investimento necessário à ampliação, já que o tamanho dependerá da demanda das empresas.
Ele destaca que a instalação da CSP foi o que possibilitou a implantação da ZPE Ceará, a única em funcionamento no Brasil. “Uma existe em função da outra”.
Fonte: O Povo

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Coelce é primeiro lugar do Brasil em Responsabilidade Social

A Companhia Energética do Ceará (Coelce) conquistou primeiro lugar em Responsabilidade Social do Brasil, junto com a Elektro, nesta quinta-feira, 17. Solenidade de entrega da 16ª edição do Prêmio
Premio Abradee de responsabilidade social vai
mais uma vez para Coelce
Abradee, premiação que a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) realiza todos os anos, ocorreu em Brasília, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Segundo a Abradee, esta é a terceira vez seguida que a Coelce ocupa a primeira colocação na categoria. Para presidente da Coelce, disse Abel Rochinha, a premiação confirma o compromisso com o cliente e com a sociedade. “ A hora também é de agradecer a todos os nossos colaboradores e clientes, que são os reais responsáveis por nos colocar no ranking”, completou.
De acordo com a Coelce, foram investidos R$ 19,6 milhões em projetos sociais e ambientais, que atenderam 1,5 milhões de pessoas em 2013. O valor total incluiu R$ 8,4 milhões destinados a iniciativas de eficiência energética, beneficiando 46.667 famílias com troca de geladeiras e lâmpadas por equipamentos eficientes e educação para o consumo racional e seguro de energia.
PesquisaA Abradee realiza estudos com consumidores de todo o Brasil desde 1999, através de um questionário de 70 perguntas utilizadas no cálculo do Índice de Satisfação com a Qualidade Percebida (ISQP) e demais indicadores da pesquisa.
O levantamento aponta que, desde 2005, o serviço de distribuição de energia elétrica tem mais de 76% de aprovação entre os consumidores brasileiros. Nesta edição da pesquisa, foram realizadas 39.666 entrevistas, em 1.329 municípios, com a adesão de 46 distribuidoras, que em conjunto atendem cerca de 98% dos consumidores do país.