quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Exportações de castanhas de caju no Ceará sofreram retração em setembro

Miniestudo Setorial Castanha de Caju aponta retração
do setor na venda externa do produto no Ceará.
Tradicional setor exportador cearense, a castanha de caju e seus derivados continuam registrando retração nas vendas externas em 2017. De janeiro a setembro, as vendas externas caíram 14,1%, passando de US$ 78,3 milhões em 2016 para US$ 67,2 milhões no ano vigente.Já as importações aumentaram de US$ 10,0 milhões no acumulado de janeiro a setembro de 2016 para US$ 28,3 milhões no mesmo período de 2017. O resultado gerou um superávit de R$ 38,8 milhões, valor 43% mais baixo que o registrado em igual período de 2016. As informações fazem parte do Miniestudo Setorial Castanha de Caju produzido mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.  
A queda de 23,5% na comercialização para os EUA (principal comprador dos produtos do setor cearense) explica tal desempenho. Apesar da queda nas exportações, o Ceará continua sendo o maior exportador de castanha de caju do Brasil, respondendo a mais de 80% das exportações brasileiras. Em compensação, em busca de satisfazer a demanda criada, o Estado passou a ser um grande importador do fruto, praticamente triplicando o volume, de US$ 10 para 28,3 milhões (alta de 183,2%) tendo a Costa do Marfim seu fornecedor. Todavia, analisando a pauta importada, o produto adquirido do exterior necessita de beneficiamento, o que gera atividade industrial, podendo ser utilizado tanto para o consumo interno quanto para o mercado externo.
Confira o estudo completo aqui!
Fonte: Assessoria SFIEC

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Ceará exporta US$ 1,47 bi no acumulado de 2017 e anota alta superior à média nacional

Porto do Pecém (Ce) por onde sai a produção cearense, tem registrado recordes
bastante significantes para a economia  do Estado.
Com exportações e importações em alta, o comércio exterior do Ceará registra mais um mês de expansão em 2017. De acordo com o estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, as exportações cearenses em setembro apresentaram um crescimento de 16,7% em relação a agosto, sendo o terceiro melhor resultado do ano em termos de valores (US$ 182,6 milhões). O desempenho do mês é 28% superior no comparativo com setembro de 2016, quando foi exportado US$ 142,8 milhões. Trata-se da 14a alta mensal consecutiva em comparação com o ano anterior. 
Já as importações cearenses em setembro somaram um aumento de 0,7% sobre agosto. Foi o mês com o segundo maior montante de 2017, com US$ 214,3 milhões, atrás apenas dos US$ 251,9 milhões registrados em março. O crescimento é ainda mais expressivo ao comparar com o mesmo período de 2016, com variação de 16,0%. Como resultado dessas movimentações, a balança comercial cearense registrou um déficit de US$ 31,5 milhões em setembro. 
Observando o comportamento da balança comercial do Estado no acumulado do ano, as vendas externas cearenses alcançaram a cifra de US$ 1,47 bilhão – alta de 77,2% quando comparado com 2016. No sentido inverso, as compras do exterior atingiram US$ 1,74 bilhão – queda de 42,3%. O resultado final de tais trocas comerciais resultou em um saldo negativo de US$ 277,2 milhões na balança cearense em 2017. Apesar de negativo, o valor representa uma redução do déficit em 87,4% em relação a 2016, quando as importações superaram as exportações em US$ 2,19 bilhões. 

Desempenho relativo
Os resultados das trocas comerciais do Ceará influenciaram a balança comercial do Nordeste no acumulado do ano, onde o peso das vendas externas do Ceará avançou de 8,83% (em 2016) para 11,80% (em 2017), e das compras do exterior caiu de 21,53% (ano passado) para 12,03% (atual). Em relação à participação na balança comercial do Brasil, as vendas externas do Estado apresentaram alta, de 0,59% para 0,89%. Em contrapartida, a participação das compras do exterior regrediu de 2,93% para 1,57%. 
O Ceará posicionou-se em 2017 na décima quarta colocação no ranking dos estados exportadores brasileiros. Em termos de indicadores de crescimento, o Ceará registrou a quarta maior alta percentual no país com 77,2%, acima da média nacional, de 18,1%. 

Municípios
No que tange aos dez principais municípios exportadores do Ceará, seis apresentaram queda nas vendas externas sobre o ano anterior. Vale o destaque para o município de São Gonçalo do Amarante, que lidera a lista com US$ 775,6 milhões (aumento de 1.236,6%), representando mais da metade da pauta exportadora do Estado. As exportações da Companhia Siderúrgica do Pecém - CSP impactam diretamente no resultado positivo do referido município. Fortaleza vem em segundo no ranking, exportando US$ 117,5 milhões (redução de 4,1% sobre 2016). Caucaia, Cascavel e Eusébio exibiram as maiores retrações, respectivamente de 43,3%, 25,5% e 23,4%.

Setores
Examinando o ranking dos principais setores exportadores do Ceará, “ferro fundido, ferro e aço” segue liderando a lista, com aumento de 1.591,8% sobre 2016 (saindo de US$ 43,8 milhões para US$ 740,3 milhões). Novamente constata-se a importância da CSP no perfil das exportações cearenses. Ainda como destaque, registra-se o aumento de 142,5% no setor de “Combustíveis, óleos minerais e produtos da sua destilação”. Em sentido contrário, “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos”; “Frutas (incluindo castanha de caju)”; e “Algodão, fios e tecidos de algodão” registraram as maiores quedas, respectivamente de 63,1%; 40,8%; e 29,8%. 
Os itens originários da CSP, classificados como “outros produtos semimanufaturados de ferro ou aço não ligado, de seção transversal retangular”, sofreram um aumento superior a 1.800 pontos percentuais em relação a 2016 e representam quase a metade das exportações do Estado (718,6 milhões). Vale destacar a concentração da pauta exportadora do Estado em laminados de ferro/aço, calçados e castanha de caju, ficando em menor escala, sucos (incluindo água de coco), couro/pele, GNL e cera de carnaúba.

Destinos  
Principal destino dos produtos comercializados ao exterior pelo Ceará, os Estados Unidos, ainda que tenham perdido participação na pauta exportadora (caindo de 25,4% para 22,5%), avançaram em valores, passando de US$ 210,5 milhões para US$ 329,9 milhões - alta de 56,7% no período. Vale ainda ressaltar os expressivos aumentos para a Coreia do Sul (2.233,1%); México (1.333,5%); e Turquia (896,7%). 
Em relação às importações, é possível verificar os Estados com maior participação nas compras do exterior. O Ceará se firma na décima quarta posição, importando US$ 1,7 bilhão, o que representa uma redução considerável de 42,3% quando comparado com o ano anterior. Além do Ceará, apenas outras quatro unidades federativas apresentaram decréscimos nas compras do exterior. São elas: Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pará e Sergipe. 
São Gonçalo do Amarante é o município de maior participação no ranking dos importadores cearenses, com US$ 738,6 milhões. Apesar de ter sofrido uma queda percentual de 65,5% em relação a 2016, ainda representa 42,4% das compras externas do Estado. Destaques para Eusébio, Tianguá e Cascavel, com aumentos respectivos de 77%, 55,8% e 52,0% quando comparados com o ano anterior. 
Em relação aos principais setores importados pelo Ceará em 2017, “Combustíveis e óleos minerais” lidera a lista com US$ 682,0 milhões - 82,5% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Outros destaques dizem respeito aos elevados aumentos nas participações de “Ferro fundido, ferro e aço”; “Produtos diversos das indústrias químicas”; e “algodão, tecidos e fios de algodão”, respectivamente em 237,6%; 81,0%; e 77,3%, se comparados com 2016. O setor de “Máquinas, aparelhos mecânicos e suas partes” registrou queda de 91,6%, em virtude, em sua grande parte, do início das operações da CSP e fim das importações de maquinários para a Companhia.
As importações cearenses por produtos (NCM) mostram que as compras de “Hulha betuminosa, não aglomerada” é a primeira do ranking, com um valor importado de US$ 381,9 milhões. O produto que apresentou o maior crescimento percentual, de 31.855,0%, foi “Produtos laminados planos, de ferro ou aço não ligado, folheados ou chapeados, galvanizados por outro processo”, resultando na importação de US$ 31,4 milhões. 
A China é atualmente o principal parceiro das importações do Estado em 2017, exportando para o Ceará um valor de US$ 304,7 milhões - apesar do decréscimo de 26,4% em relação a 2016. Grandes aumentos foram registrados nas importações oriundas da Austrália (183,4%), Nigéria (112,8%), e Moçambique (778,6%).

Fonte: Assessoria SFIEC

Empreendimento de brasileiro é considerado um dos mais sustentáveis da Europa

 Lisbon Green Valley, um dos principais empreendimentos imobiliários de Portugal
Referência em acolher moradores brasileiros e de diversas nacionalidades, o Lisbon Green Valley, nova fase do Belas Clube de Campo, um dos principais empreendimentos imobiliários de Portugal, também se destaca cada vez mais em outro aspecto: a sustentabilidade. A preocupação ambiental é um dos pontos defendidos pelo brasileiro Gilberto Jordan, CEO do grupo e filho de André Jordan, este considerado um dos grandes nomes do imobiliário português nas últimas décadas.

O empreendimento recebeu uma certificação A++ do sistema LiderA (um dos principais em avaliação de sustentabilidade), sendo qualificado com um desempenho ambiental superior a 90%, o que torna o Belas uma das mais sustentáveis moradias de todo o continente.  “A preocupação ambiental e o respeito absoluto pela natureza são exigências incontornáveis e que estão refletidas em todos os projetos que desenvolvemos. Tudo foi pensado ao detalhe para reduzir os impactos ambientais e aumentar a eficiência energética, resultando em poupanças significativas”, explica Gilberto Jordan, que estará em São Paulo e no Rio de Janeiro neste mês para promover o Lisbon Green Valley

“Desde a qualidade da construção, aos isolamentos, a escolha dos materiais, a utilização de sistemas de reutilização de águas, os painéis solares, a escola de eletrodomésticos classe A+, entre muitos outros, são vantagens para não apenas para o ambiente mas também para os proprietários”, completa.

Localizado a apenas 15 minutos do centro de Lisboa, o Lisbon Green Valley é um dos projetos imobiliários mais sustentáveis da Europa. O projeto, que conta com um investimento global de €100 milhões na primeira fase, privilegia a defesa dos valores mais sensíveis da natureza, proporcionando aos moradores e visitantes um reconfortante contato direto com amplas áreas verdes perfeitamente preservadas, e uma vivência em família num ambiente sustentável de grande tranquilidade e beleza.

Preservação

Assumindo a preservação ambiental como uma prioridade, o empreendimento assegura a captação e posterior reaproveitamento de águas fluviais e reciclagem de água por meio de reservatórios previamente instalados, bem como o tratamento da água das piscinas por via da ionização, reduzindo assim a utilização de cloro prejudicial ao meio ambiente. Reflexo deste compromisso são ainda os coletores solares e painéis fotovoltaicos utilizados, com sistema de acumulação de energia elétrica e gestão inteligente, que permitem assim uma mais eficiente utilização da energia.

A preocupação ambiental é ainda visível na escolha dos materiais e acabamentos, tais como equipamentos envidraçados com alto desempenho solar, utilização de madeiras certificadas provenientes de florestas sustentáveis e outros aspectos como a pré-instalação para carregamento de carros elétricos.

Certificação internacional

Com a construção deste empreendimento que reúne inúmeras especificações da sustentabilidade, o grupo adianta-se de alguma forma à legislação e executa projetos que se aproximam das obrigações da construção do futuro - NZEB (Nearly Zero Energy Buildings) – indo de encontro aos objetivos definidos pelo Protocolo de Quioto em matéria de eficiência energética. Algo que é inovador e está longe de ser a prática comum.

SOBRE O LISBON GREEN VALLEY
A 15 minutos do centro de Lisboa, inserido nos mais de 1000 hectares de floresta da Serra da Carregueira e em plena harmonia com a Natureza, o Lisbon Green Valley é a mais recente aposta do Grupo André Jordan, cujo investimento ronda os 100 milhões de euros na construção das primeiras 200 unidades.
Com amplos espaços verdes, áreas de lazer e um conjunto de apartamentos, townhouses e lotes para construção de moradias num total de 366 unidades, o Lisbon Green Valley apresenta-se como a escolha ideal para quem procura a qualidade de vida e a tranquilidade de um ambiente familiar, em plena segurança, mas não descura a ligação com a natureza e a proximidade ao centro da capital e á vida cosmopolita.

SOBRE O ANDRÉ JORDAN GROUP
André Jordan começou a sua atividade imobiliária no Rio de Janeiro na década de 50. Coube a ele introduzir o moderno conceito de shopping center. Trabalhou nas empresas do Grupo Jordan dedicadas ao setor de escritório e, principalmente, ao residencial, segmento que viria a liderar no Brasil na mesma década. Posteriormente, o grupo começou um processo de internacionalização de suas atividades, expandindo-se para Argentina, Uruguai e França.
A chegada profissional a Portugal aconteceu em 1970, época em que projeta a Quinta do Lago, um marco emblemático do planejamento urbanístico e do imobiliário de elevada qualidade no Algarve. O empreendimento é o símbolo da indústria turística portuguesa de qualidade e considerado um referencial de planeamento no turismo internacional.
Seguiu-se o Vilamoura XXI, que é o maior empreendimento turístico da Europa com hotéis, campos de golfe, marina, casino e milhares de residências. Em mais de quatro décadas de atuação em Portugal, é inegável a influência do André Jordan Group nas áreas de planejamento urbano e nas questões estéticas e ambientais dos projetos em que se envolveu.
No Belas Clube de Campo, André Jordan e a sua equipe utilizaram a experiência adquirida na criação e desenvolvimento dos seus grandes empreendimentos. É objetivo do Belas Clube de Campo consolidar o seu papel de referência entre os principais empreendimentos nas capitais europeias.

Faonte: Cunha Vaz Brasil

sábado, 30 de setembro de 2017

Portugal é eleito o Melhor Destino Turístico no 27º Prêmio UPIS de Turismo

Na noite desta quarta-feira (27), durante a entrega do XXVII Prêmio UPIS de Turismo, na Faculdades Integradas UPIS, em Brasília, Portugal foi eleito o melhor destino Turístico de 2017.  Reconhecida internacionalmente, a premiação carrega o nome e a tradição de um dos mais antigos cursos de Turismo do Brasil.

O prêmio foi recebido pelo embaixador de Portugal no Brasil, Jorge Dias Cabral, juntamente com o diretor do Turismo de Portugal no Brasil, Bernardo Cardoso, que destacou o atual momento que o país passa no setor. “Portugal está no mapa e é atualmente um dos destaques mundiais, crescendo cada vez mais e inovando suas ferramentas de promoção para atrair turistas e aquecer a economia. Prêmios como esse reforçam a imagem de um destino desejado por muitos e as pessoas não podem deixar de conhecer Portugal pois ainda há muito o que podemos oferecer além dos já conhecidos atrativos”, afirmou Bernardo.

Considerada a principal premiação do segmento no Distrito Federal, o Prêmio UPIS de Turismo celebra há 27 anos, as personalidades, empresas e países que se destacam no Turismo Internacional.  Em 2017 foram premiadas 10 categorias, 7 delas escolhidas por um júri especializado e revelado apenas durante o evento, enquanto as outras 3 contaram com a participação do grande público.

O curso de Turismo da UPIS foi o primeiro a ser implantado em Brasília e o segundo no Brasil. Os alunos são incentivados a manter o espírito empreendedor por meio de temas emergentes como turismo de aventura, turismo ambiental e turismo cívico.  Deste modo, forma profissionais voltados para o planejamento, organização e administração de empresas e serviços turísticos, com capacidade estratégica e gerencial, comprometidos com os problemas sociais e ambientais do País. Busca contribuir na formação de nova geração de líderes gerenciais, visando tornar o turismo brasileiro competitivo em nível mundial.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Roberto Macêdo é o próximo convidado do Diálogos Empresariais

 Roberto Macêdo é diretor presidente da J. Macêdo S/A
Comércio, Administração e Participações, empresa controladora
do Grupo fundado em 1939 por seu pai.
O empresário Roberto Macêdo, ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), será o próximo convidado do Diálogos Empresariais, ação promovida pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Fortaleza. O industrial falará do tema "Empresa Ética e Representação Classista". O evento ocorrerá amanhã, 28/9, às 18h30, no auditório da CDL de Fortaleza. 
Ex-presidente da FIEC por dois mandatos (2006/2010 e 2010/2014), Roberto Macêdo é diretor presidente da J. Macêdo S/A - Comércio, Administração e Participações, empresa controladora do Grupo fundado em 1939 por seu pai. Membro do Conselho de Administração da J. Macêdo S/A (Setor de Alimentos) e diretor presidente da Tintas Hidracor S/A. O Grupo J.Macêdo, detentor de marcas nacionais como Dona Benta, Petybon, Sol, Brandini e Hidracor, é um dos maiores e mais tradicionais do país, com atuação nos segmentos econômicos de alimentos - o principal negócio-, tintas e agroindústria.
Discreto, Macêdo consegue conciliar simplicidade e austeridade, a partir de um norte primordial de sua personalidade, que é a autenticidade. Sem se afastar desse perfil, encerrou no segundo semestre de 2014 oito anos de gestão à frente da FIEC, deixando a instituição reunificada com diversas ações consistentes em prol da indústria cearense.

Serviço: Diálogos Empresariais com Roberto Macêdo
Data: 28/09/17
Horário: 18h30
Local: CDL de Fortaleza (Rua 25 de Março, 882 - Centro)
Inscrições e informações: (85)3433.3012 / 3013
Fonte:erência de Comunicações - Sistema FIEC

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Cenários da radiodifusão brasileira e Inteligência Criativa para geração de negócios são discutidos em Fortaleza

Fala Norte/Nordeste é promovido pela Associação Cearense de Emissoras
de Rádio e Televisão (Acert), com apóio da ABAP E ABERT. 
Considerado um dos maiores congressos de radiodifusão do país, o Fala Norte/Nordeste 2017 vai levar a Fortaleza (CE) uma programação repleta de palestras, painéis, debates, workshops, feira de negócios, e a Jornada e Prêmio Aboio de Comunicação. Promovido pela Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão (Acert), com apoio da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap),  Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), e associações de radiodifusão estaduais, o evento incluirá, pela primeira vez, a região Norte, com o objetivo de compartilhar oportunidades e benefícios comuns às regiões e que proporcionem desenvolvimento. O tema principal do encontro é “Inteligência Criativa Para a Geração de Negócios da Comunicação”. Com inscrições abertas para profissionais e estudantes, o Fala N/NE acontecerá entre os dias 4 e 6 de setembro, na Fábrica de Negócios.

Abertura oficial
Com presenças confirmadas do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab e do Governador do Estado do Ceará, Camilo Santana, a abertura oficial do evento será às 18h30 do dia 04 de Setembro. Na ocasião, o ministro vai assinar o contrato de migração das rádios AM para FM. A medida vai impactar mais de 80% das rádios AM no Ceará. Ainda durante a solenidade de abertura, a associação cearense vai lançar o Guia Acert de rádio e TV, que terá distribuição gratuita durante o evento e no site www.acert.com.br.

Discussões relevantes para a Radiodifusão
Com uma vasta programação e presença de  profissionais reconhecidos no mercado nacional e internacional, o encontro visa apresentar e discutir o conteúdo e a integração das diversas plataformas de forma inteligente e criativa para obter os melhores resultados na comunicação. “Vale ressaltar, precisamos pensar a radiodifusão de ponta a ponta, incluindo a entrega ao público do nosso produto. Objetivamente, precisamos definir a questão da recepção do FM no celular. Daqui a pouco teremos outras tecnologias, como as caixas inteligentes, para também inserir as emissoras. Não podemos perder mais tempo, temos que chegar juntos com as novas tecnologias. Ainda mais quando a migração precisa que a faixa estendida também tenha sua fatia de audiência”, explica a presidente da Acert, Carmen Lúcia Dummar.

O Fala N/NE tem apoio dos Jornais O Povo, O Estado e Diário do Nordeste, ACI, Sindatel, Sindjornais, Sindjorce, Aceji, Sindradioce, Abert, Fenaert e Associações Estaduais de Radiodifusão; planejamento e organização da Result Promoções e Eventos; Casablanca Turismo como agência oficial; e conta ainda com o patrocínio da Dibra – Dias Branco Participações, Banco do Nordeste (BNB), Governo Federal, Governo do Estado do Ceará por meio da Casa Civil, Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, Prefeitura Municipal de Fortaleza, Câmara Municipal de Fortaleza, Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL), Sistema Verdes Mares e Sistema Jangadeiro.

Jornada e Prêmio Aboio de Comunicação
Acontecendo paralelamente ao Fala N/NE, a Jornada Aboio de Comunicação trará workshops que irão congregar as tendências e práticas de atividades inerentes ao fazer da Comunicação. As oficinas serão ministradas por profissionais reconhecidos. Encerrando a programação, haverá a entrega do 3º Prêmio Aboio de Comunicação, que reconhecerá as melhores peças de criação, produção e veiculação nas categorias jingle, spot, VT e campanha. O Prêmio destacará as melhores campanhas e peças publicitárias veiculadas no período de 01/09/2015 e 30/07/2017. A criatividade é um dos principais critérios adotados para a premiação. “Acreditamos que a criatividade é a principal ferramenta para destacar uma marca e criar oportunidades mesmo em meio à crise. Essa criatividade merece ser estimulada e premiada”, explica Carmen. Esta edição contará também com uma versão para estudantes: o Desafio Aboio, uma competição em que os estudantes poderão criar uma campanha para uma das empresas patrocinadoras do evento, tudo sob a orientação de um diretor de criação do mercado. Os autores da melhor campanha ganharão um prêmio para colocar no portfólio.

Para acessar programação completa, click no link: http://www.falanortenordeste.com.br/

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

BC: dados mensais mostram queda substancial da inflação desde último tri de 2016

Carlos Viana de Carvalho, diretor do BC destaca que "a queda
recente da inflação tem vários motivos, inclusive a ociosidade
dos fatores".
O diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Viana de Carvalho, retomou nesta segunda-feira, 28, uma ideia contida nas comunicações mais recentes da instituição: a de que os dados mensais têm mostrado queda substancial da inflação desde o último trimestre do ano passado.
"A queda recente da inflação tem vários motivos, inclusive a ociosidade dos fatores. Mas é interessante observar que, apesar de a recessão ter se iniciado há mais de dois anos, a inflação resistiu à queda até o terceiro trimestre do ano passado", disse Viana. 
O diretor reforçou ainda que o "trabalho tem sido efetivo em conter a inflação e ancorar as expectativas". Segundo ele, embora a recessão tenha começado há mais de dois anos, a inflação resistiu à queda até o terceiro trimestre de 2016. "Não apenas as expectativas de mercado, mas também as projeções do Copom vêm recuando", disse.
Viana pontuou ainda que a desinflação se difundiu e se consolidou, inclusive em componentes mais sensíveis à política monetária - no caso, os itens da área de serviços. "Oscilações pontuais na inflação - em particular as decorrentes de mudanças de preços de combustíveis e de energia elétrica, que têm sido mais voláteis - não têm implicação relevante para a condução da política monetária", acrescentou. 

Juros
O diretor de Política Econômica do Banco Central reafirmou que a manutenção do atual ritmo de cortes da Selic (a taxa básica de juros) dependerá "da permanência das condições descritas no cenário básico do Copom e de estimativas da extensão do ciclo".
Segundo ele, o ritmo de cortes "continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação".
Estes comentários, feitos por Viana em palestra na Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, retomam ideias contidas nos documentos mais recentes do Banco Central. Segundo ele, o patamar atual de taxa de juros real (descontada a inflação), no intervalo de 3,0% a 3,4% ao ano, "é baixo do ponto de vista histórico brasileiro e tende a estimular a economia".
Ao mesmo tempo, conforme Viana, "há substancial incerteza nas estimativas da taxa de juros estrutural da economia, que precisam ser continuamente reavaliadas". O juro estrutural é aquele em que há crescimento econômico, sem pressão sobre a inflação. "É necessário continuar os esforços de reduzir a taxa de juros estrutural. Nesse sentido, a aprovação e a implementação das reformas, notadamente as de natureza fiscal e creditícia, e de ajustes na economia brasileira que mantenham as contas públicas em equilíbrio, são fundamentais para a sustentabilidade da desinflação e para o funcionamento pleno da política monetária", disse. 
Para Viana, a incerteza sobre a velocidade do processo de ajustes e reformas na economia (principalmente das fiscais e creditícias) permanece como fator de risco principal. Ao mesmo tempo, "o cenário externo, apesar de favorável no momento, ainda apresenta riscos associados ao processo de normalização da política monetária em economias centrais, às mudanças de política econômica em algumas economias centrais, e à possível redução do apetite ao risco por ativos de economias emergentes".
O diretor do BC pontuou ainda que a desinflação nos preços dos alimentos e dos produtos industriais pode ter "efeitos secundários". "Notadamente, essa desinflação pode contribuir para quedas adicionais das expectativas de inflação e da inflação em outros setores da economia", disse. "Há, por conseguinte, que se monitorar o ritmo de recuperação da economia que pode ser mais (ou menos) demorado e gradual do que o antecipado."

Por Agencia Estado