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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Programa traz profissionais da Alemanha a indústrias do Ceará

Instituto Euvaldo Lodi do Paraná faz intercambio com a
Universidade de Steinbeis da Alemanha.
A partir desta quarta-feira, dia 23, profissionais da Alemanha que fazem parte do programa de Mestrado em Gestão Internacional da Universidade de Steinbeis em parceria com programa de especialização profissional em Gestão e Planejamento Empresarial do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), visitam empresas instaladas em Fortaleza e em regiões próximas à capital cearense, e também a sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).
As visitas são parte das atividades do curso, que contempla também aulas de gestão, cultura organizacional brasileira e inovação, assim como visitas a empresas em cidades do Paraná. Com este grupo, o IEL recebeu dez turmas da instituição alemã desde 2014.
No dia 23, os executivos visitam, pela manhã, a unidade da Wobben, primeira fabricante de turbinas eólicas de grande porta da América do Sul, instalada na Rodovia CE 422, km 10, em Caucaia. Um dia depois, visitam o Museu da Indústria na parte da manhã e à tarde conhecem o estaleiro da Inace, construtora de iates de luxo e navios patrulha, na Praia de Iracema. No dia 25, é a vez da Durametal, do setor de autopeças, em Maracanaú.

Parceiros internacionais
A parceria internacional entre IEL e a Universidade de Steinbeis foi selada em 2014. Segundo o superintendente do IEL no Paraná, José Antonio Fares, o objetivo é a troca de experiências entre as duas instituições e a promoção de intercâmbios e parcerias entre profissionais e indústrias do Brasil e da Alemanha. “O modelo já aplicado na Alemanha permite que os alunos pesquisem e apliquem novas soluções em empresas e indústrias, aliando o conteúdo visto em sala de aula com cases reais do mercado de trabalho”, explica.
A parceria também levou brasileiros para a Alemanha. Em agosto do ano passado, alunos da especialização LLM em Direito Empresarial Aplicado, da Escola de Gestão da Faculdade da Indústria IEL também ficaram três semanas na Universidade de Steinbeis. Eles visitaram empresas locais, participaram de seminários e palestras sobre a área de direito empresarial e sobre o trabalho realizado em organizações alemãs.

Fonte: assessoria de Imprensa Sistema Fiep

segunda-feira, 6 de junho de 2016

ENGIE apresenta projeto de educação e sustentabilidade em cinco estados brasileiros

O concurso cultural, vai priorizar temas como; cidadania,
meio ambiente, responsabilidade e, principalmente, 
o uso consciente de energia e de recursos naturais. 
Nunca falou-se tanto na importância do papel de cada indivíduo no desenvolvimento de comunidades mais  engajadas, sustentáveis e com melhor qualidade de vida. E foi seguindo esta tendência da sociedade contemporânea, na qual cada um é peça fundamental para o coletivo, que a ENGIE Tractebel Energia apresenta o projeto Écom.VC.
Com lançamento oficial confirmado para a semana do meio ambiente, o projeto chega com a premissa de trabalhar o cidadão dentro da sua comunidade, seguindo um caminho que o levará da responsabilidade à sustentabilidade deste local. De acordo com Júlio Lunardi, diretor administrativo e coordenador do Comitê de Sustentabilidade da ENGIE Tractebel Energia, ao longo da execução do Écom.VC os cidadãos passarão a impactar positivamente as suas respectivas comunidades. “Queremos dar condições para que cada um possa contribuir e se responsabilizar por onde reside, e consequentemente provoca impactos”, explica. 

As ações serão realizadas nas cidades de Rio Bonito do Iguaçu (PR), Estreito (MA), Trairi (CE), Lajes (RN) e Umburanas (BA), locais que sediam unidades de atuação da ENGIE Tractebel Energia, sejam em operação ou em fase de implementação. Com o perfil de cada cidade beneficiada em mãos, a produção do projeto identificou que poderia unificar as necessidades das regiões e trabalhar de forma multidisciplinar; assim, o projeto foi dividido em quatro eixos: Ar, Terra, Água e Sol.
No eixo Ar a educação de jovens e adolescentes será a prioridade, com a realização de um concurso cultural, visando o aprimoramento de conteúdo dentro das escolas, como cidadania, meio ambiente, responsabilidade e, principalmente, o uso consciente de energia e de recursos naturais. “Queremos que os participantes passem a ter um comportamento positivo, para que sejam mais engajados e tenham mais responsabilidades dentro das suas comunidades, e que isso se espalhe para seu entorno”, justifica Lunardi.
Já no eixo Terra o foco será no reflorestamento de mata ciliar e/ou agroflorestal com o cultivo de manejo sustentável (sem corte das árvores) e ainda a implementação de corredores ecológicos, permitindo, ao final do projeto, que a fauna e a flora, específica de cada região, possa se reproduzir melhor. Ao final, o Écom.VC espera promover a demarcação, cercamento, instalação de bebedouros e mangueiras, execução de plantios em pelo menos 45 propriedades rurais dos municípios. Além de incentivar a produção e o plantio de espécies florestais nativas de cada região e a criação de pelo menos duas hortas comunitárias em cada uma das cidades atendidas.
entes é o trabalho condutor do eixo Água. “Preservar não é proteger”, explica o gerente de meio ambiente da ENGIE Tractebel Energia, José Lourival Magri. Isto porque isolar as nascentes, evitando que animais não se aproximem, preserva a área, mas não a protege de contaminações. Hoje, a maior parte das fontes naturais do Brasil não são potáveis para consumo, e com a instalação de reservatórios, de caixa estanque e com a eliminação do acesso dos animais, os moradores das regiões contempladas terão uma água potável para o consumo humano – o que irá impactar diretamente na saúde, qualidade de vida e educação ambiental das comunidades atendidas.
trabalhará na questão dos resíduos sólidos, conscientizando a população sobre a importância de fomentar a cadeia da coleta seletiva, reciclagem de resíduos e geração de renda das comunidades. Dentre as ações previstas está catalogar as famílias que vivem ou têm interesse de trabalhar nesta área, em parceria com o poder público, e auxiliar na formalização de associações locais que contemplem cooperativas de reciclagem. No plano de ação do eixo Sol ainda serão instalados “ecopontos” em cada uma das cidades, para conscientização sobre descarte eficiente.
De acordo com Lunardi, um dos pontos positivos é a soma da expertise de organizações/entidades que já atuam com os temas dos eixos contemplados no projeto. ”Buscamos promover a formação completa dos envolvidos, independentemente da idade, atuação e/ou formação, afinal todos estão dispostos por um bem comum”, diz.  “Nosso maior legado será apresentar ações não pontuais, mas focadas na qualidade, que serão mensuradas por meio de metas comportamentais. Ou seja, educando”, completa.
Todas ações e evolução do projeto poderão ser acompanhadas através do site www.ecom.vc ou das redes sociais: facebook/projetoecomvc ouinstagram.com/ECOMVC. O projeto é uma realização ENGIE Tractebel Energia e BNDES; Coordenação Incentive Projetos e eventos.

Sobre a ENGIE no mundo
A ENGIE desenvolve suas atividades (eletricidade, gás natural e serviços) em torno de um modelo baseado em crescimento responsável a fim de enfrentar os grandes desafios da transição energética para uma economia de baixo carbono: acesso a energia sustentável, atenuação e adatação às mudanças climáticas, segurança de abastecimento e uso racional dos recursos naturais.
O Grupo fornece soluções altamente eficientes e inovadoras para pessoas, cidades e empresas através de fontes diversificadas de fornecimento de gás, produção de eletricidade flexível e com baixa emissão de CO2 e conhecimento técnico em quatro setores-chave: energias renováveis, eficiência energética, gás natural liquefeito e tecnologias digitais.
A ENGIE possui 154.950 funcionários em todo o mundo e obteve receitas de  69,9 bilhões em 2015. Cotado nas bolsas de Bruxelas, Luxemburgo e Paris, o Grupo está representado nos principais índices internacionais: CAC 40, BEL 20, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe, DJSI World, DJSI Europe e Euronext Vigeo (Eurozone 120, Europe 120 e France 20).

Sobre a ENGIE Brasil 
Através da ENGIE Tractebel Energia, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no país, operando uma capacidade instalada de 8.765 MW em 28 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 5% da capacidade do país. O Grupo possui 85% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no nordeste do país.
Atualmente, a ENGIE está construindo uma das maiores hidrelétricas do Brasil, a hidrelétrica Jirau (3.750 MW), no rio Madeira, em Rondônia.
O Grupo também está presente no país em serviços relacionados à energia através de suas subsidiárias LEME Engenharia, EMAC Cofely, ENGIE INEO e ENGIE Axima. Contando com 3.000 colaboradores, a ENGIE teve no país um faturamento de R$ 7 bilhões em 2015.

Texto: ATRE Comunicação
Fotos: André Carvalho

sábado, 16 de abril de 2016

Coxinhas de Mortandela!

Como cidadão brasileiro e profissional de imprensa, tenho assistido e noticiado (Rádio Expresso Somzoom Sat) o clima de acusações entre duas torcidas e em alguns casos com comportamento de "facções", buscando ou mesmo reivindicando para si e para quem eles representam, o protagonismo, a retidão e a verdade inconteste dos fatos políticos que vivenciamos. Esses grupos são chamadas carinhosamente de Coxinhas e Mortandelas - com n mesmo - ou Petralhas, embora, nenhum deles repita o seu próprio nome. E aí, me vem o questionamento; por que pessoas tão esclarecidas, inteligentes, sensatas...tem opiniões tão antagônicas a respeito do mesmo assunto? Estariam elas, fazendo a leitura correta dos fatos ou sendo induzidas/conduzidas por idealismos, fundamentalismo ou outros ismos?

segunda-feira, 4 de abril de 2016

BNB troca indicações do PMDB e confirma dois novos diretores

BNB tem orçamento bilionário e deverá ter sua diretoria
trocada dentro da nova composição do governo federal
Menos de uma semana após o PMDB oficializar saída do governo, reunião do Conselho de Administração do Banco do Nordeste (BNB) confirmou nesta segunda-feira, 4, novas indicações para diretorias do órgão. Foram oficializadas nomeações de Joaquim Cruz (diretorias de Negócios) e Eliane Brasil (Administração e TI).
O presidente do Banco, Marcos Holanda não compareceu à reunião do conselho. Nos bastidores, se comenta que ele teria tirado férias, mas a assessoria de imprensa do órgão não confirma a informação. Esperada para esta segunda, indicação de Nicola Miccione para a Diretoria de Desenvolvimento do banco. O BNB é um dos cargos do segundo escalão mais cobiçados no Nordeste pois tem um orçamento bilionário
Até a última semana, a maior parte da diretoria era ligada ao PMDB, sendo Holanda indicado do senador Eunício Oliveira (PMDB).

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Fortaleza vai exportar conteúdo digital

O projeto da Angola Cables para instalação de dois cabos submarinos de fibra ótica em Fortaleza,
Angola Cables vai exportar conteúdo
digital do Brasil para o mundo, a partir de Fortaleza.
inclui também a construção de um data center na Praia do Futuro. Serão cerca de três mil metros quadrados de área de Tecnologia da Informação (TI), além da construção da estação dos cabos submarinos que acolherá, para além de outros, o cabo do South Atlantic Cable System (SACS), que liga Angola ao Brasil, o primeiro a atravessar o Atlântico Sul.
De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Fortaleza, Robinson de Castro, somente com a implementação do projeto a empresa estima a geração de 637 empregos na economia e um aumento de R$ 22,3 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) do Município até 2055, tempo estimado de execução.
A estimativa do total do investimento é de cerca de US$ 300 milhões. O secretário informa que a Angola Cables vai exportar conteúdo digital do Brasil para o mundo, a partir de Fortaleza. “A prefeitura é parceira no projeto e já cedeu terreno de um hectare (ha) na Praia do Futuro”, comenta, acrescentando que incentivos fiscais foram concedidos dentro do Programa de Parques Tecnológicos (Parqfor). Já estão assegurados redução de 60% no Imposto sobre Serviços (ISS) e 60% no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial (IPTU). O governo do Estado também estuda a concessão de incentivo para a instalação do negócio. Robinson de Castro adiantou que daqui a 20 meses a obra da Angola Cables, que já está com as licenças, estará concluída.
Destaca que na América Latina, Fortaleza é a cidade que mais concentra cabos de fibra ótica dando-lhe características de um hub de telecomunicações.
Atualmente, Fortaleza possui sete cabos submarinos de fibra ótica, com 13 pontos de conexão, em cinco a expectativa é que este número aumente para 13 cabos, com 20 pontos de conexões.
O coordenador do Curso de Engenharia de Telecomunicações da Universidade de Fortaleza (Unifor), Wellington Brito, ressalta que o cabo de fibra ótica da Angola Cables será o primeiro a interligar dois continentes sem passar pelo Hemisfério Norte. Explica que os sete cabos que estão funcionando hoje passam pelos Estados Unidos, Europa e Ásia. Mas para ele, o grande diferencial do projeto é o data center, um ponto de conexão de dados da internet que poderá hospedar sites aqui. “Isso agiliza a comunicação e reduz os custos”, comenta, destacando que a empresa vai gerar empregos altamente qualificados e o mercado está preparado. Explica que, inicialmente, serão procurados engenheiros eletricistas, eletrônicos, de telecomunicações, além de profissionais de Tecnologia da Informação (TI) e computação.
Durante o evento Angola cables Day, na Unifor, na última sexta-feira, o presidente da empresa angolana, Antonio Nunes, apresentou o projeto e disse que o data center deve gerar cerca de 30 empregos diretos e cerca de 300 indiretos.

Artumira Dutra (Jornal O Povo/Ce)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

R$ 603 milhões. Grendene tem crescimento de 22,1%

Grendene registrou lucro líquido de R$ 603 milhões
 em 2015. O crescimento foi de 22,1%
no comparativo com 2014.
A fabricante de calçados Grendene registrou lucro líquido de R$ 603 milhões em 2015. O crescimento foi de 22,1% no comparativo com 2014, quando apresentou resultado de R$ 493,7 milhões. No entanto, a receita líquida caiu 1,4%, saindo de R$ 2,23 bilhões para 2,2 bilhões no igual período.
Francisco Schmitt, diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Grendene, os resultados devem ser analisados considerando a estimativa de queda do consumo de calçados no Brasil – entre 8% e 10%. A Grendene apresentou queda no volume de pares vendidos de 12%, tanto no mercado interno como nas exportações – em grande parte compensada pelo aumento nos preços unitários de 9,9%, o que resultou em queda na receita líquida de 1,4%. Apesar da redução, a Grendene se mantém na liderança das exportações do setor calçadista, com 37% do volume total de pares de calçados brasileiros destinados ao exterior – um montante de 45,9 milhões.
Se o mercado interno não colabora para a retomada das vendas, por outro lado, o externo, puxado pelas taxas de câmbio, colaboram para o equilíbrio. “No mercado interno, o desejo dos consumidores pelos produtos não diminuiu, mas seu poder de compra sim”, avalia o diretor da Grendene.
O executivo informa que os números nas análises da empresa foram ajustados com a exclusão dos efeitos provocados pelos prejuízos e perdas no investimento na controlada A3NP (controlada no setor de móveis) nos resultados da Grendene, que são não recorrentes, no valor total de R$ 52 milhões reconhecidos no ano de 2015.


Átila Varela (Jornal O Povo)